quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Um brinde para todos

Olhar Direito quer partilhar com todos os bloggers, visitantes, comentadores, leitores, homens e mulheres de todo o mundo que se revêm neste espaço um pouco de champagne e desejar um excelente 2011......

Sabendo da importância de todos no crescimento deste blogue, queremos retribuir o acompanhamento feito ao longo do ano que agora finda com um copo do melhor champagne que há por estes lados.

Fizemos 568 post e fomos visitados por 54287 pessoas de todo o mundo. Mais importante do que isso, arranjámos um colaborador Norte-americano para nos contar as histórias da terra do Tio Sam..

Infelizmente não podemos dar mais do que um simples copo porque a crise financeira a isso obriga e com o IVA a 23% nas próximas horas queremos gastar o mínimo de bebida possível....

Mesmo assim, garantimos que em 2011 continuaremos a trazer a qualidade que é servida pelos nossos colaboradores mas também pelos visitantes ao longo de 365 dias.

Um bem haja a todos e até para o ano!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

2010 não podia ter sido pior....

O ano que acaba dentro de dias assinala o fim de uma década.
Não podia ter sido pior o fim desta década, apesar do advento do ano 2000 trazer esperança e prosperidade para todos.
A verdade é que o ano 2010 não vai ser recordado como próspero e rico em acontecimentos positivos. A grave crise financeira que assolou o mundo e o país neste ultimo ano e que promete continuar em 2011, levou a um pessimismo tanto nos mercados mas também nas pessoas.
Nem só de problemas com o bolso das pessoas viveu o ano que agora finda, também em termos naturais houve grandes crises. O terramoto no Haiti e no Chile alarmaram a população mundial sobre o perigo dos Terramotos e Tsunamis. Especialmente o chileno que encurtou o dia em não sei quantas milésimos de segundo......

E para acabar em beleza, o caso Wikileaks veio demonstrar que ninguém está seguro e a privacidade é um bem cada vez mais raro numa sociedade dependente da Internet e do novo fenómeno chamado Facebook e Twitter.

Não é por acaso que Mark Zuckerberg é o homem do ano eleito pela revista Time. A popular Rede social já não é apenas um chat, é também um local onde as empresas e os politicos divulgam as suas iniciativas e partilham pensamentos. Sem duvida que foi o sucesso do ano e um passo importante na transmissão de mensagens. A questão é saber os seres humanos vivem sem o facebook......

Será que a privacidade está ameaçada? Os próximos anos trarão uma resposta....

Este foi essencialmente um ano em que novos problemas nas áreas acima identificadas apareceram e que foram de alvo estudo e profunda reflexão....

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Brasil 2010 - Retrospectiva

Prezados leitores do Olhar Direito, primeiro peço desculpas por não ter postado nada semana passada, com essa correria de deixar todas as obrigações resolvidas antes da chegada do Natal, eu me confundi com datas.

Neste último post do ano, gostaria de fazer uma retrospectiva dos temas que foram abordados nesta coluna, pois 2010 foi um ano com um calendário intenso no Brasil, uma vez que houve dois dos mais importantes acontecimentos para o cidadão brasileiro: a Copa do Mundo e as Eleições para Presidente.

Mas antes disso, tivemos o fiasco das negociações de Lula e Turquia com o Irã para tentar acabar com a querela das armas atômicas no país persa, de modo que tanto o Brasil, quanto os turcos, saíram desmoralizados do episódio.

Mas aí começou a Copa do Mundo do Polvo Profeta e todos os brasileiros esqueceram-se de tudo e todos, porque a nós só interessava ver a seleção canarinho jogar, já que dia de jogo do Brasil era considerado feriado nacional.

Mas, em vez do costumeiro espetáculo, o que vimos foi uma atuação vergonhosa, perdemos de maneira apática e com um time mediano e raivoso. Enquanto isso, o promissor goleiro Bruno e seus amigos aproveitavam para matar Eliza Samudio, porque ele não queria pagar pensão alimentícia de um filho feito em uma noite de orgia.

Em seguida, começa as Eleições Gerais para eleger o Presidente da República, Senadores, Governadores, Deputados Federais e Estaduais.

A campanha, marcada por baixarias entre os candidatos a presidente, com quebras de sigilo fiscal, acusações de tráfico de influencia e até mesmo lesbianismo, brigas sobre aborto e agressões com bolinhas de papel, teve seu maior protagonista um candidato a Deputado Federal: o palhaço Tiririca, eleito com 1,3 milhões de votos, que precisou fazer testes e testes, depois de eleito, para provar que não era analfabeto.

Entretanto, apesar dos testes, que provaram que Tiririca é sim analfabeto, ele foi diplomado Deputado Federal, porque Vox Populi Vox Dei – a voz do povo é a voz de Deus.

Além de Tiririca, outro destaque foi Marina Silva que, surpreendentemente, obteve 20 milhões de votos e forçou o segundo turno da corrida presidencial que resultou na eleição de Dilma Rousseff, a primeira mulher a ser eleita para o cargo de mandatária geral da nação brasileira.

Em 1º de Janeiro de 2011, Dilma Vana Rousseff, ex-guerrilheira, que foi torturada nos porões da ditadura, assumirá o lugar de Luiz Inácio Lula da Silva, o primeiro operário a assumir a Presidência da República e o Presidente com maior popularidade de todos os tempos.

E quando pensávamos que mais nada de importante aconteceria, a União e o Estado do Rio de Janeiro uniram todas as forças para invadir e tomar um território que há muito era do tráfico de drogas: a Vila Cruzeiro e o Complexo do Alemão.

Tivemos um ano realmente agitado em 2010 e nós do Olhar Direito acompanhamos cada acontecimento de perto. Continuaremos fazendo o mesmo em 2011.

Feliz 2011, que este seja um ano super produtivo para todos!

Abraço,

Larissa Bona

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Figuras da Década : Herois Anónimos

Esta década assistimos a três momentos de puro heroísmo provocado por pessoas anónimas que deram as suas vidas e foram notícia durante muito tempo por esse mundo fora:
  • Neda Sulton - manifestante iraniana assassinada durante um protesto. A imagem da sua morte correu mundo e foi um incentivo para que os protestos no irão continuassem.
  • Chesley Sullenberg - o homem que salvou centenas de passageiros ao aterrar no rio hudson em situação de emergencia. Não morreu ninguem.
  • Mineiros Chilenos - Estiveram dois meses enfiados num buraco e o seu salvamento foi um acontecimento mundial. Hoje andam á volta do Mundo a dar conferências sobre o seu resgate.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Quem vem salvar o país é.....

Apesar do anti-salazarismo que se vive neste país, segundo a sondagem é o ex-ditador o mais votado para vir salvar o país.
Esta votação tem uma leitura : É a de que os politicos de hoje não prestam e que muitos desejam voltar aos velhos tempos.....

Aqui os resultados da votação:

1ª Volta

D.Afonso Henriques 13 votos 19%

Salazar 13 votos 19%

D. Sebastião 12 votos 17%

Luis de Camões 7 votos 10%

Padeira de Aljubarrota 7 votos 10%

Viriato 7 votos 10%

Marquês de Pombal 6 votos 8%

D. Nuno Alvares Pereira 2 votos 2%

2ª volta

Antonio de Oliveira Salazar 9 votos 75%

D.Afonso Henriques 3 votos 25%

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

É Natal!

A equipa d´Olhar Direito deseja a todos um bom Natal
Qual é o vosso desejo de Natal

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Figuras da Década(12) : Usama Bin Laden

Usama Bin Mohammad Bin Laden nasceu a 10 de Março de 1957 em Riade, Arábia Saudita.
Conhecido como o terrorista mais temivel do Mundo, foi o ele o cerebro dos atentados de 11 de Setembro às torres gemeas em Nova Iorque. Também foi por sua causa que aconteceu o 11 de Março de 2004 e o 7 de Julho de 2005, atentados terroristas contra Espanha e Reino Unido.
Todos os acontecimentos tiveram como alvo civis inocentes que por mero fanatismo religioso tiveram que entrar numa guerra que não era a sua.
O homem mais procurado do Mundo, vive no Afeganistão por ter sido expulso da Arabia Saudita devido às ligações com grupos terroristas. É o lider da AL-Qaeda a mais temivel organização terrorista do Mundo.

Foi com Bill Clinton que os EUA iniciaram a caça ao homem, mas George W.Bush intensificou os ataques com uma invasão ao Afeganistão, mas o temivel Bin continua vivo nas montanhas.... Veremos o que fará Obama em relação ao Saudita.

É impossivel ter imagens dele, ao que parece nunca foi visto numa televisão a não ser naqueles comunicados a declarar a guerra santa e apenas um ocidental teve o "privilégio" de falar com ele : o jornalista britânico Robert Fisk.

A sua propaganda contra o ocidente e em especial os Estados Unidos, bem como o rosto de um novo inimigo do século XXI fizeram dele uma das pessoas mais influentes na história da ultima década.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Coelho acendeu a lareira em Primeiro....

Pedro Passos Coelho na semana passada decidiu desejar um bom natal aos portugueses. Nada de extraordinário não fosse a decoração presente no video e o momento pelo qual o país atravessa.
Quanto à decoração, não podia ser mais apropriada. Uma lareira, a posse habitual com as mãos sempre a se tocarem, um candeeiro e a vela a complementarem o espirito natalício.
Não é por acaso que o lider do PSD tem esta intervenção. Tendo em conta o dificil período que o país atravessa, é preciso começar a marcar posição e a decoração mostra bem que Coelho já se sente Primeiro-Ministro. É pouco usual o lider da oposição fazer este tipo de discursos nesta quadra e ainda por cima num ambiente semelhante ao que PM e PR utilizam no Natal e Ano Novo respectivamente. Também na presença de uma lareira ........
Até o discurso foi o de um Primeiro Ministro. A pedir que os portugueses se unam neste momento, ultrapassem as dificuldades e não desistam. Mais uma vez o discurso semelhante de Socrates e Cavaco nesta altura do ano. Sem no entanto, apresentar uma unica solução alternativa.

Desta vez Coelho antecipou-se a Socrates e até a Cavaco, retirando o protagonismo politico aos dois governantes. Se Coelho for assim como Primeiro-Ministro e se antecipar aos problemas, então o país pode suspirar de alívio.

Depois desta intervenção ficamos sem saber quem é de facto o Primeiro Ministro de Portugal e se valerá a pena José Socrates acender a lareira no dia 25 de Dezembro.....

Tema do Dia XXI

O Natal é só para os mais pequenos?

Dezembro 2010

domingo, 19 de dezembro de 2010

OLHAR A SEMANA - WEAKCOISAS

Uma das coisas que me enervou esta semana foi não haver uma única menção a mim no Wikileaks. Se em todos os 250 mil telegramas extraídos pelo private Barry Manning nem um fala de mim, o mundo deve estar distraído. Eu sou umas das pessoas mais importantes, quiçá do Universo. E nem uma linha?! Qual o interessse em saber se o Obama é preto ou se a Dilma  é lésbica. Se Putin toca piano ou se Socrates é carismático.... Então e eu? Aparentemente a vida diplomática roda em torno de figuras que detém o poder institucional. Nós outros somos importantes só depois de fazer explodir a bomba. Cidadãos armadilhados em busca de publicidade divina. Discute-se a conspiração. Se era a senhora Clinton a ser atingida pelas fugas. Se foi o próprio Obama a conspirar. Se eram os Republicanos. Quem foi o "garganta funda"? Está em causa perder a confiança nos canais diplomáticos americanos. E a  verdade é que enquanto o mundo precisar desta gente diplomática estamos mal. A diplomacia pode evitar guerras, mas fomenta outras, muitas. O Wiki devia falar de mim. Devia ser irrelevante como eu sou. Assim, temos de nos preocupar. A conspiração está aí. Está aí por decifrar. E falam de liberdade de imprensa e de liberdade  de expressão. Alguém deve estar desatento. Comentadores de pacotilha. Ou será apenas incompetência? WeakCoisas!
Jorge Pinheiro

sábado, 18 de dezembro de 2010

HISTÓRIA DO NATAL DIGITAL

Qualquer dia os presentes já nem vêm embrulhados... Está tudo na Net....

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Assembleia de Pinguins - O destino fatal XVIII

(....)

Os Conselheiros meteram os seus votos numa tômbola que Zéguim segurava. O ambiente era tenso e havia muitas dúvidas no ar. A Assembleia não podia estar mais impaciente e o próprio Malhado não sabia o que lhe ia acontecer, mas dada a intransigência dos Conselheiros sabia perfeitamente que tinha ditado a sua própria sentença.

Após uma hora e meia de discussão e votação, Zéguim e os Conselheiros apareceram perante a grande Assembleia que desta vez não iria exercer o seu dever pelo facto do caso em apreço envolver um membro da própria comunidade. Ninguém sabia os votos, apesar de já estarem metidos na urna, o resultado teria de ser divulgado em Plenário como mandam as regras. O voto do Mestre também ja estava oficialmente dado mas só iria ser publicamente aberto caso ocorresse um empate, mas tendo em conta as conversas entre todos já se sabia de antemão qual a opinião do lider nesta questão.

Os outros conselheiros estavam nervosos, porque qualquer que fosse o sentido da decisão nunca seria feita justiça, porque apesar da morte ser um castigo muito pesado o que estava em causa era uma traição feita por um membro da familia.

Antes de anunciar os votos, Zéguim quis fazer uma declaração dirigida à Assembleia mas especialmente ao Pinguim Malhado:

- Caro Malhado, sabes o quanto eu nutro por ti uma enorme amizade. Sempre foste dos meus melhores amigos e independentemente do que te acontecer farás parte do lote de pessoas pelo qual eu tenho a melhor estima. Cá em baixo ou lá em cima serás sempre meu amigo. Apesar disso tudo, acho que a tua atitude não foi a melhor, porque pôs em perigo uma comunidade inteira e acabou por resultar em tragedia para os Manzim que viram perder um dos seus filhos. Ainda não estou na idade de procriar, mas tenho a noção do que representa para um pai ou mãe perder um filho. ..

Neste momento Carolim fez um sorriso tímido...

Zéguim prosseguiu..

-Negligentemente ou com dolo, deverás e deverias ter cuidado com quem e sobre o que falas. A nossa localização jamais poderá ser dita a um inimigo e tu sabes bem como as orcas gostam de nos degustar....Atitude sensata da tua parte é necessário para bem do teu futuro. Espero que tenhas aprendido qualquer coisa com esta matéria.

- E agora vou proceder á contagem dos votos....

Foi então que toda a Assembleia se calou, nem um insecto se atreveu a fazer qualquer barulho. Os Penguzan estavam num momento histórico.

O lider tribal contou 3 votos a favor da morte do Malhado e outros tantos para que ele continuasse a sua vida noutra comunidade que não os penguzan, e que fosse para bem longe das Caçola nunca mais podendo regressar...

Tendo em conta o empate verificado, teve de ser Zéguim a decidir o futuro do pequeno Malhado....

( Devido ao período festivo que se aproxima a Assembleia de Pinguins regressa dia 5 de Janeiro de 2011. Assim todos os membros da Comunidade Penguzan bem como os intervenientes desta história desejam a todos um Santo Natal e Bom 2011 em mares bem mais tranquilos...)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Factos da Década (10) : Queda da Ponte entre os rios

A 4 de Março de 2001, uma ponte que fazia a ligação a Castelo de Paiva ruiu durante a madrugada. Morreram 59 pessoas que viajavam num autocarro e em três automoveis ligeiros. Minutos depois, o então ministro Jorge Coelho demitia-se do cargo no Ministério das Obras Publicas.
O país ficou chocado e mais uma vez os media aproveitaram a ocasião para mediatizar e tornar a dor dos familiares das vítimas ainda maior. Emissões em directo das buscas ao longo de todo o dia fizeram parte do dia a dia dos portugueses.
Mas o pior foi mesmo o acidente... Cair uma ponte? Só mesmo de terceiro-mundo pensei eu e talvez milhares de portugueses que não acreditavam naquilo que viam .....
A queda de uma ponte, seja ela qual for, é sempre motivo de trágedia e muita reflexão por parte dos responsáveis.
De quem foi a culpa? De quem a construiu e estava obrigado a manter.
Mas neste Portugal o deixa andar matou 59 pessoas.
A pergunta que fica é : quantas pontes e estradas deste país estão para inspeccionar?

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Assembleia de Pinguins - Alguém fugiu.... XVII

(...)
Cumprindo a ordem dada pelo seu Mestre, Luisim nadou o mais depressa possível até às ilhas para informar Dente e companhia da decisão da Assembleia referente ao destino da Assassina. Após ter feito algumas milhas, o Pinguim ficou espantado por não ver nenhum Narval nem a Orca nas imediações da ilha dos Penguzan. Estarrecido e preocupado olhou em volta e não viu rigorosamente nada nem ninguém. Quis perguntar aos vizinhos Rocker mas não se atreveu porque aquela raça de pinguins não tinha boa fama.

Sentia a pele fria e não conseguia dizer palavra nenhuma, até que uma voz surgiu:

- As baleias do gelo não quiseram esperar mais e foram à sua vida. - disse um leão marinho que veio ter com Luisim.

- Então para onde foram?

- Nós não sabemos mas supostamente regressaram ao Quartel deles. Estiveram aqui impacientes por um decisão vossa mas como ela não chegou....- retorquiu .

- Como? Mas nós tivemos um problema enorme dentro da nossa comunidade! Não podiam esperar mais? E a Assassina? - Luisim não queria acreditar.

- Eles libertaram-na! Não tendo ordens a legitimidade para fazer algo caiu e então não tiveram outra solução que a deixar seguir a sua vida em paz e em liberdade.

- Não pode ser! Como foi possível? Ela agora vai voltar ainda mais forte e com mais baleias para atacar todas as espécies destas ilhas.... Porque não fizeram nada enquanto nos reuniamos?? - sugeriu Luisim.

- A nossa responsabilidade não era essa. Foi dito que tendo sido vocês a unica espécie a sofrer danos com a Assassina caberia aos Penguzan decidir do destino, mas como demoraram séculos a fazê-lo...e a o que me parece os Narvais tiveram uma emergência....

- E agora? Que fazemos?

- Não há nada a fazer senão continuar a viver, com ou sem medo da Assassina. Ao que parece a segurança aqui vai ser reforçada de modo a detectar a entrada de intrusos....

- Ao menos isso

Luisim regressou de imediato e a toda a velocidade à Assembleia para dar a preocupante notícia da fuga da Assassina. Zéguim iria ficar fulo e de certeza querer tirar satisfações com os Narvais, mas estaria igualmente preocupado com o facto da orca andar à solta. Desde que haviam chegado às Caçola que os problemas não paravam.

Entretanto, na comunidade Rocker, Pinguim IV fazia um sorriso maroto enquanto observava Luisim a partir....

(continua dia 17...)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

2.2. Ciclo da Cana de Açúcar


Prezados leitores, no post passado terminamos o primeiro subtópico do Período Colonial, no qual tratamos do Período do Pré-povoamento ou Fase do Pau-Brasil, que vai de 1500 a 1530, que são os anos compreendidos entre a chegada de Cabral e a Expedição Colonizadora de Martim Afonso de Souza.

Vimos que, a priori, a Coroa portuguesa não teve interesse em colonizar o novo território, porque nenhuma das expedições exploradoras enviadas encontrou ouro no Brasil, como os espanhóis encontraram na América espanhola.

E como Portugal é um país pequeno, não tinha dinheiro e nem mão-de-obra para investir na rota para as Índias e colonização do Brasil ao mesmo tempo, optou por focar no comércio com o Oriente, já que a única riqueza encontrada neste primeiro momento foi o pau-brasil que, apesar de ser uma árvore de grande valia na Europa, não era valiosa o suficiente para justificar o investimento em uma colonização.

Mas Portugal não esqueceu completamente do Brasil, muito embora houvesse certa negligência, e concedeu o monopólio da exploração do pau-brasil a um grupo privado liderado por Fernão de Noronha, que recrutou os índios, em troca de bugigangas para trabalhar na extração do “ouro vermelho”.

Entretanto, a ausência da Coroa portuguesa e o vasto território brasileiro criaram condições para que os piratas de outras nações também passassem a explorar o pau-brasil, com certa facilidade, principalmente os franceses, que eram obscuramente financiados por Versailles.

Quando a pirataria atingiu um nível escandaloso, Portugal enviou expedições militares para tentar conter o contrabando de pau-brasil, ao mesmo tempo em que o comércio com as Índias começava a decair.

Só que a truculência de Cristóvão Jacques, o comandante das expedições guarda-costas, causou problemas diplomáticos entre Portugal e França, razão pela qual ele foi preterido quando se ofereceu para colonizar o Brasil e, em seu lugar, foi escolhido Martim Afonso de Souza para comandar a primeira expedição colonizadora do Brasil.

E é justamente esta expedição que determina a transição do Período Pré- povoamento para o Ciclo da Cana-de-açúcar, que vai de 1530 a 1695, no qual se inicia o povoamento do Brasil, o cultivo da cana-de-açúcar, a utilização da mão-de-obra escrava africana nas plantações e a tentativa de criar uma forma de administrar tão vasto território.

Portanto, a partir do próximo post, retomaremos os relatos a partir da chegada da expedição de Martim Afonso de Souza ao território brasileiro e até a descoberta do ouro, que é quando se inicia o subtópico seguinte.

Larissa Bona

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

César, o Imperador dos Açores

A polémica em torno da questão das reduções salariais dos funcionários públicos nos Açores tem muito que se lhe diga. Cesar sempre foi um apoiante de Socrates e um provável futuro sucessor do actual Primeiro-ministro. Com esta desobediência é provável que tenha ganho uns pontos a mais na corrida à sucessão. Agora, a falta de solidariedade institucional demtonsrada pelo actual presidente do governo regional para com o continente é que não se compreende. Se todos têm de fazer sacrifícios, porque registar uma excepção em tempos de crise? De certo que não é a melhor solução para criar a tal unidade à volta de uma politica, defendida tão veementemente pelos socialistas. Esta atitude pode ter consequências muito graves até em termos eleitoralitsas caso os funcionários públicos do continente decidirem castigar socrates por esta leviandade em relação ao em relação ao homologo açoriano. No fim de tudo isto é preciso referir que César se pode estar a demarcar das politicas do acual Primeiro para quando chegar a líder socialista trazer uma verdadeira politica de esquerda, mas para o continente.

O papel da Mulher no Século XXI

Qual é o papel da mulher no Século XXI? Foi o desafio que me lançaram para escrever um texto para o "Olhar Direito". Mas a mim, anti-feminista convicta, é-me dificil ver que haja um papel para a mulher no século XXI que não tenha havido no Século XIX, ou no Século XX, ou em qualquer outro tempo. Pois, não há um papel para a mulher fora daquele que é a sua natureza criadora. A mulher tem o eterno papel criador que lhe é conferido pela sua instintiva sabedoria do que o amor é o desígnio da humanidade.

Provavelmente caberá um dia à mulher a subtil tarefa de salvar as sociedades humanas do seu actual narcisismo e individualismo. Em grande parte protagonizado pelo homem na sua guerra de totens.

Mas não nos enganemos, foram também as mulheres que votaram os homens à solidão do seu individualismo. E não há duvida que a crise das relações humanas é uma das grandes catástrofes do século XXI, vivemos aquilo a que chamamos a desumanização do amor.

Uma vez li numa entrevista de Agustina Bessa Luís( uma mulher de todos os séculos) , sobre o seu livro Antes do Degelo, lançado em 2004, que, e passo a citar, "o homem vive da culpa, precisa da culpa para criar. A mulher é aquilo que é, tem esse dom criador, ao ser mãe. O homem usa a culpa como modo de superar esse dom da mulher. É pela culpa que se dão os grandes feitos da humanidade". Essa é talvez a profunda diferença entre o homem e a mulher. O homem define-se provando ao Mundo as suas capacidades, a mulher tem outro tipo de ambições, ambiciona dar amor, que é o mesmo que dar vida.

Na mulher o poder não é um fim ou uma meta, porque na mulher o poder sempre esteve na graciosidade estética, e de facto aquilo que mais perturba as consciências é a estética. Vejo que para o Século XXI a mulher vai querer regressar ao seu papel de pilar da família. Décadas de "emancipação" feministas não conduziram a mulher a um grau mais alto de felicidade, pelo contrário. A mulher está divorciada da sua natureza, como diria Agustina "a mulher encontra-se seriamente ameaçada no seu equilibrio". Eu prevejo que ainda este século a mulher vai começar a recriar a família. Não será no entanto um caminho fácil, porque terá de reconstruir a tolerância na relação com os homens e há muito que a sua condição moderna se afirmou por uma guerra dos sexos com o sexo oposto. Por virtude dessa condição moderna, a que as mulheres aderiram e que as pôs a rejeitarem a sua feminilidade e a sua natureza maternal, os homens seguiam o caminho materialista do narcicismo e do individualismo. Uma vez que deixaram de ser o "pater familiae" substituiram o proteccionismo por um materialismo em todas as vertentes.

O que empurra hoje as mulheres para a escravatura das aparências. As mulheres são forçadas a deixar de envelhecer. Isso é também uma tendência do Seculo XXI.

A mulher, até pelo seu poder de insignificância, é muito menos vulnerável que os homens à corrupção, razão pela qual acabará por ser sempre o e motor invisivel da mudança.

Texto de Maria Teixeira Alves blog mariateixeiraalves.blogs.sapo.pt

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Mulheres XXXIV

Beleza, Elegância e Simpatia por Cindy Crawford

Assembleia de Pinguins - Morte ou Extradição ? XVI

(....)
Com os rocker a se prepararem para iniciar uma batalha, a situação da traição de Pinguim Malhado mais os Narvais a não quererem esperar muito tempo por uma decisão vinda dos Penguzan; a vida da comunidade estava num caos e havia que tomar decisões, mas era um facto que a vida desta tribo havia mudado com a chegada às ilhas Caçola. Uns diriam que para pior, nomeadamente os da Esquerda, mas a maioria prefiria este local que era mais condizente com o seu feitio. Na Antártida tinham de enfrentar várias ameaças como os ursos polares e os caçadores furtivos...

Agora a prioridade era resolver a questão de Pinguim Malhado. Zéguim reuniu-se então com o Conselho de Sábios Pinguins que era composto por ele e mais seis membros.

- Meus amigos, temos aqui uma situação muito delicada. Como sabeis fomos alvo de uma traição por parte de um dos nossos membros - começou por dizer.

- Segundo o nosso código de Ética, no ponto 5.6, "quem divulgar informações sobre o nosso habitat a baleias, tubarões, Golfinhos de raça e doninhas é punido com a expulsão e levado para outro território ou mesmo a morte..." - disse o Professor Mirandim.

-Apoiado - uma voz em uníssono concordou com o que havia dito o mais velho e sábio dos conselheiros.

-Apesar disso, não concordo que se execute o Malhado. Acho que ele tomou as devidas providências e na altura a Assassina não constituia uma ameaça. Na minha opinião devia-se mandar para outra comunidade bem longe das Caçola. - defendeu o mestre.

- Caro Mestre, todos nós sabemos da enorme amizade que nutres pelo Malhado, só que a atitude dele provocou uma morte no nosso grupo. Não se deverão abrir excepções por causa de uma relação especial - advogou o Mestre Calotim, sempre exigente nas suas apreciações, nunca permitindo violações da lei mesmo que estivesse em causa uma amizade, como era o caso.

- Professor Calotim devemos dar ao jovem a hipotese de continuar a sua vida noutro lugar. Além disso a Lei é bem explicita, pois dá a hipotese de escolher entre a extradição e morte. Aviso já que se a solução passar pela morte do Malhado irei recorrer da decisão para o Tribunal Penguzan mesmo que implique uma solução morosa e ele fique a aguardar julgamento em prisão preventiva. Lutarei até ao fim pela sobrevivência dele, pois acho que é imoral matar um pinguim por um desvario de juventude....

Com esta ameaça, Zéguim lançou a confusão para dentro do Conselho, tendo gerado pavor e confrontado Homens que já tinham lidado com vários Mestres, mas nenhum deles tinha a irreverência e honestidade do mais recente lider. Isso criou um sentimento de perda de poder e influência por parte dos Sábios em relação a grandes decisões que tinham de ser tomadas muita das vezes em sinal contrário ao sugerido pelos Conselheiros.

Entretanto lá fora, a comunidade estava nervosa. Os pais do pinguim morto pela Assassina ainda queriam bater no Malhado. Já Carolim e Vasquiquim conversavam animadamente um com o outro e a prever o futuro da tribo após este acontecimento.

Os Sábios e Zéguim iam reflectir durante um período de tempo sobre o que fazer com o traidor. A votação era secreta e depois Zéguim divulgava os resultados. Em caso de empate, o seu voto desempatava, mas por uma questão de transparência ele tinha de decidir antes de saber o resultado dos Conselheiros. O seu voto era metido num saco á parte para não ser confundido com os demais.

Durante esta pausa para reflexão, Zéguim escreveu que a Assassina devia ser morta imediamente na Lei Fundamental. Pediu a Luisim que chegasse ao pé dele e ordenou-lhe que fosse ter com os Narvais para que estes executassem a ordem dada. Como a Comunidade tinha de resolver uma questão urgente não poderia assitir ao massacre, mas este seria feito em pleno mar das ilhas caçola, pelo que as restantes espécies poderiam assistir ao desenlace.....

Luisim foi imediatamente ter com as baleias do gelo....

(continua dia 15....)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Wiki-Espionagem?

O caso Wikileaks e a detenção do seu fundador mostram o quão o sistema de segurança dos países estão vulneráveis, não só na divulgação de informações via "fontes ligadas ao processo" mas também conseguindo entrar no sistema informático de qualquer organização.
Hoje, e se tivermos em linha de conta que numa empresa trabalham milhares de pessoas, não é de estranhar que certas informações passem cá para fora.

No entanto, este caso assume contornos bastante dramáticos. O sr.Assange e o seu site anti-américa estão a pôr em causa a segurança não só dos Estados Unidos mas também do Mundo inteiro. Como reagirão agora os lideres mundiais que foram visados nos textos confidenciais norte-americanos?. Principalmente a Russia que foi apelidade de potência "oligárquica politicamente e economicamente corrupta". E ainda por cima depois de um brilharete conseguido na Cimeira da NATO.

Muitos perguntam onde estão os documentos confidenciais de outros países potencialmente "bélicos", como o Iraque, a Russia, China...terá o Sr.Assange coragem para ir vasculhar o State Department do Irão? . Penso que não. Na minha opinião, estamos perante um caso de espionagem do Século XXI, que consiste em divulgar as informações recolhidas e torná-las publicas. Será legal? Ético? Entramos outra vez na discussão dos limites da liberdade de expressão.

Confesso que ainda não percebi o objectivo do Wikileaks. É obvio que todos temos curiosidade para saber o que andam os Estados Unidos a fazer, mas é altamente perigoso revelar quais os locais considerados "perigosos" para os Aliados...Se o Sr.Assange chega à NATO, temos uma invasão chinesa no dia a seguir....

Infelizmente os casos de fuga de informações são mais recorrentes na nossa sociedade, agora a vítima foi o departamento de Defesa da maior potência Mundial. Por tudo isto, temos a nossa segurança e confidencialidade em risco permanente e nem com quem trabalhamos podemos confiar....

A solução não passa só por castigar quem tem este tipo de comportamento através de medidas legais mais rígidas mas também por restringir ao máximo o número de pessoas que estão nas mãos destas informações.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

3ª Edição Prémios Personalidade do Ano 2010

Como é tradição neste blogue, é tempo de fazer as escolhas sobre quem foi a Personalidade que mais se destacou neste ano muito importante de 2010.

Este ano, e com pena de muitas pessoas, não concorrerá José Sócrates. Achámos que seria muito desvantajoso para os outros concorrentes, para além do nosso Primeiro Ministro ter ganho a edição 2009......

Assim vão a jogo em 2010:

  1. Teixeira dos Santos - Este ano foi mais desastroso que o PM para além de ter aparecido mais vezes. O governo mantém um representante
  2. Jorge Jesus - Seis milhões de portugueses agradeceram ao técnico a conquista do titulo nacional. O segundo em cinco anos para o Benfica. É muito provavel que daqui a um ano não esteja neste concurso pela forma como o glorioso não está a jogar
  3. Liu Xiaobo - Prémio Nobel da Paz. Podiamos dizer mais qualquer coisa mas como o senhor está preso dificilmente conseguimos obter mais informações.
  4. Dimitri Medvedev/ Vladimir Putin - o ano que agora termina foi o ano da Russia. Medvedev transformou este país num colosso Mundial que terá no futuro não muito distante um papel mais importante que os EUA. O Primeiro alcançou um acordo histórico com a NATO e o segundo trouxe o Mundial 2018 para o país dos Czares.
  5. Mineiros Chilenos - Quem não acompanhou a história destes 33? fantástico a forma como tudo se processou, digno de uma verdadeira história de herois.
  6. David Cameron - Venceu as eleições inglesas, uma das mais importantes. O facto por si já é relevante e se acrescentarmos que foi na Inglaterra que começou a crise europeia está tudo dito....

Prezados leitores e seguidores de Olhar Direito são estas seis figuras que estão a voto.

Assembleia de Pinguins - A guerra tribal XV

(...)

O Rei da tribo Rocker, D.Pinguim IV reuniu os seus conselheiros para saber a opinião deles em relação a um eventual ataque aos vizinhos Penguzan e acertar os detalhes da estratégia. Havia na comunidade, desde a chegada dos “irmãos”; um certo desconforto pela presença de outra tribo de pinguins na mesma ilha.

A atenção não seria a mesma por parte de outros animais que recorreriam aos outros sempre que necessitassem de ajuda. Por tudo isto, os Rocker tinham um sentimento de inveja em relação aos Penguzan, nomeadamente após o ataque das Orcas em que a comunidade das Ilhas Caçola ficou solidária com os novos inquilinos devido à morte de um dos seus membros. O que criou ainda mais fúria nos pinguins mais agressivos. Esta era também uma das características destes animais criados no sul da Argentina e que pouco contacto tinham com a Antartida, apenas viajando para efectuar algumas missões de espionagem. Tinham um departamento de investigação que localizava e recolhia informações sobre todas as tribos de pinguins existentes no planeta para no caso de serem confrontados no futuro com alguma das comunidades, estarem em vantagem. Tendo em conta o trabalho feito por uma equipa de alto gabarito, os rocker estavam prontos para a batalha com os Penguzan conhecendo os pontos fracos dos seus inimigos. Algo que a tribo liderada por Zéguim não estava preparada, pois era conhecida no meio pelo seu pacificismo e honestidade. Estavam virados mais para a luta política do que enfrentar guerras militares.

D.Pinguim IV após ter obtido o parecer dos seus homens de confiança, chamou Zatruka o chefe das tropas e deu o sinal para avançar. Avisou que o serviço militar era para todos, menos para as fêmeas que estivessem em período de acasalamento.

Entretanto, na Pedra Zavi os Penguzan estavam desorientados porque tinham dois problemas bicudos para resolver e Zéguim não sabia por onde começar. O líder tribal reuniu-se em primeiro lugar com o Conselho de Sábios Pinguins para decidir o que fazer com o Pinguim Malhado, porque a questão era muito sensível e não podia ser resolvida a quente. Em relação a Assassina, a questão já estava votada a favor da morte da Orca mas como não havia sido ratificada e escrita na Lei Fundamental dos Pinguins, ninguém poderia ir avisar os Narvais que efectuassem a matança.

Alguém lembrou Zéguim para escrever a ordem dada mas este estava com demasiada pressa - Primeiro vou reunir com o Conselho e decidir sobre o que fazer com Pinguim Malhado.

Esta atitude do Mestre teria consequências desastrosas…..

(continua dia 10..)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Tropa de Elite 3

No dia 21 de novembro de 2010, iniciou-se, no Rio de Janeiro, uma onda de ataques, que consistia, principalmente, em incêndios a veículos na Cidade Maravilhosa.

E estes ataques não aconteciam nos Morros, mundialmente conhecidos como redutos de narcotraficantes, locais onde o Estado há muito não está presente, mas sim em bairros famosos como Ipanema e Copacabana.

Tais atos foram atribuídos a dois fatores que deixaram os traficantes revoltados: as instalações das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora nas zonas ocupadas por eles) e a transferência de chefões do tráfico para presídios federais.

Duas facções criminosas inimigas, o Comando Vermelho (que surgiu na década de 70, quando misturaram presos comuns com presos políticos, que ensinaram aqueles a se organizar e ADA (Amigos dos Amigos), se uniram para provocar o terror na cidade, a partir de ordens vindas dos presídios e transmitidas por advogados (que vergonha para a classe).

A audácia foi tanta que, após queimarem um ônibus, eles deixaram um bilhete para a polícia com o seguinte teor: “se continuar as UPPs não vai ter Copa e nem Olimpíadas”.

Os ingênuos traficantes acharam que, com isso, intimidariam o Estado, como tantas vezes fizeram no passado, através de governos corruptos que faziam vistas grossas para o problema, mas, desta vez o tiro saiu pela culatra, pois o Estado brasileiro revidou com força total, literalmente.

Homens dos BOPE (que ganhou notoriedade pelos filmes Tropas de Elite 1 e 2), da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Federal, da Polícia Florestal, Exército, Marinha e Aeronáutica, se uniram para invadir a Vila Cruzeira, favela a partir da qual os ataques eram feitos.

O que se viu, quando os blindados da Marinha entraram na Vila Cruzeiro, foi um bando de ratos covardes fugindo, porque eles só eram homens para amedrontar a população indefesa, mas não foram homens o suficiente para enfrentar as conseqüências dos seus atos: a Polícia e as Forças Armadas.

Foi impressionante a cena, transmitida pela imprensa brasileira, mostrando os bandidos fugindo para o Complexo do Alemão, conjunto de favelas próximas a Vila Cruzeiro, que era o quartel-general do Comando Vermelho.

Por conta disso, depois que ocupou a Vila Cruzeiro, as forças brasileiras se voltaram para o Complexo do Alemão, numa prova de que eles não iriam apenas tomar uma atitude pontual para revidar os ataques, mas sim caçar os traficantes, como animais.

No dia 28 de novembro de 2010, as forças brasileiras invadiram o Complexo do Alemão e, em menos de duas horas, foi declarado que aquele conjunto de favelas havia voltado para o controle do Estado, de modo que, uma das cenas mais emocionantes do dia foi quando a Polícia hasteou uma bandeira do Brasil e outra do Rio de Janeiro no ponto mais alto do Complexo do Alemão, coisa quase que impossível de acontecer a algum tempo atrás.

Toda a operação foi como uma operação de guerra, que mexeu com o brio de toda a nação brasileira, principalmente, daqueles que viviam subjugados por traficantes sanguinários – os moradores dessas favelas.

No Twitter as pessoas diziam que os filmes Tropa de Elite 1 e 2 passaram no cinema e o Tropa de Elite 3 passava ao vivo no Rio de Janeiro.

Devo de confessar que foi espetacular e me arrisco a dizer que este foi o nosso 11 de setembro, não só pelo o ocorrido e por ter gerado uma onda de nacionalismo, mas também pela cobertura ao vivo da TV, tudo se passou diante de nossos olhos.

O governo do Estado do Rio de Janeiro declarou que nunca mais sairá destas duas favelas, que no futuro ocupará as demais e deixará o tráfico sem território. Essa será a parte mais complicada da operação.

Larissa Bona

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

7.4 A Crise de 1580

A morte de Dom Sebastião em Alcácer-Quibir no ano de 1578 teve raízes na trama dinástica entre Portugal e o reino espanhol. Essa trama remontava à idade média e teve como objetivo assegurar a paz fronteiriça através dos casamentos entre famílias reais. Essa prática era tão usual que mesmo até em pleno século XVIII, o império Austro-Húngaro viveu da anexação de vários territórios a partir dessa mesma lógica. Em Portugal, o problema das sucessões tinha já sido fruto da crise de 1383-85.

Se bem que em moldes muito diferentes, as Cortes de Lisboa de 1579 tiveram de proclamar o Cardeal D. Henrique, filho de D. Manuel I, como regente provisório. Entre 1578 e 1580, colocava-se a disputa pela sucessão entre Catarina de Bragança, Filipe II e pelo Duque da Sabóia. A morte de D. Henrique em 1580, em plenas Cortes de Almeirim, provocou uma série de acontecimentos que levariam à aclamação de D. Filipe II de Espanha como Filipe I de Portugal.

De certa maneira 1580 repetia 1383: do lado de Filipe I estava grande parte do clero e da nobreza; os primeiros, para se porem ao lado do único rei cristão que fazia frente aos protestantes e capitalistas da Europa central; os outros, pela ambição de juntar ao império português, o império espanhol com projetos de elevar Lisboa a capital do Reino Unido da Ibéria; de tudo servia à nobreza portuguesa que, desde que fora descoberta a índia deixara de ter emprego. De novo, o povo e parte da burguesia apoiaram D. António Prior do Crato, que se tornava rei no dia 24 de Julho de 1580. Derrotado pelas forças espanholas e portuguesas na batalha de Alcântara, exila-se.

Mas 1580 não foi apenas fruto das disputas dinásticas europeias. A data radica, no essencial, em dois factores preponderantes. Primeiro, D. Sebastião, sem sucessão, convencera-se que era necessário assegurar o controlo do Atlântico através de um triângulo estratégico no qual coubesse Portugal, África e o Brasil. Nesse sonho fora apoiado pelos espanhóis que o convenceram a participar na frente de uma batalha que, sem dúvida, sairia vitorioso. Chegado a Alcácer-Quibir, as forças portuguesas tiveram de enfrentar um número muito maior de forças, já antes avisadas por espiões do “ataque-surpresa” português.

Segundo, com a anexação de Portugal, a Espanha crescera na sua luta contra os novos povos protestantes europeus. Para conseguir o controlo dos mercados mundiais, os reis de Espanha depois de Carlos V (1500-1558), tiveram de travar guerras de sucessão e de controlo territorial na Europa Central. A Espanha era, sem dúvida, a grande potência militar da altura mas nada conseguia fazer contra as sucessivas investidas militares na Flandres, na França, na Itália e na atual Alemanha. Tal como Paul Kennedy defende no primeiro volume de Ascensão e Queda das Grandes Potências, para que a Espanha continuasse a fazer guerra era, também necessário endividar-se brutalmente junto dos especuladores holandeses, contra quem depois fazia guerra. Com o final da dinastia dos Filipes em 1640, já a Espanha perdera todo o seu esplendor de potência mundial e via-se a braços com dívidas de altíssimos juros. Não fora mais do que vítima de si própria.

Portugal, com a anexação, manteve alguma da sua autonomia territorial face à Espanha, apesar das investidas holandesas ou francesas no Brasil e nas índias orientais. No entanto, foi também um marco que nos distanciou dos novos países protestantes, economicamente emergentes, que preparariam a europeização do mundo com o capitalismo e o método científico, contra os quais o nobre e o clero portugueses muito lutaram. É talvez por isso que D. Sebastião surge como o encoberto; como o passado que nunca se chegou a cumprir, mas que talvez já entrara em decadência mesmo antes de 1578.

( continua em Janeiro com os Descobrimentos, a Historia de Portugal regressa em 2011...)

domingo, 5 de dezembro de 2010

O homem do passado teria futuro?

Com mais um aniversário da morte de Sá Carneiro e do desastre de Camarate, voltam a surgir palpites e debates sobre o rumo que o país levaria caso o histórico lider Social democrata ainda fosse vivo. Antes de tudo, é de notar que nós vivemos muito do saudosismo em relação aos lideres que já cá não estão e muito provavelmente davam outro rumo ao país. Sá Carneiro, tal como António Salazar, é um desses homens que o povo recorda todos os anos.

Agimos assim, porque estamos em crise e não acreditamos nem naqueles que estão no poder , tão pouco nos que irão substituir, independentemente da cor partidária. No entanto, é preciso ver os tempos em que vivemos. Na altura todos os homens que lutaram pela liberdade foram herois, hoje as necessidades são outras e os politicos já não são homens de combate ideológica nem de luta.

De uma coisa podemos ter a certeza, a Direita portuguesa tinha estado mais tempo no poder e muito provavelmente não iriamos assistir ao despesismo que é a imagem de marca do socialismo. A AD triunfaria e os governos de partido único em Portugal não seriam uma constante. Se houve coisa que o 25 de Abril foi a pluralidade, unidade e coesão que os partidos tiveram uns para com os outros. o fundador do PSD foi esse homem que congregou consensos e soube ouvir todos os que estavam á sua volta. Tudo em prol da democracia. O seu projecto foi interrompido mas não sabemos até onde Sá Carneiro teria chegado e mesmo "se" havia alcançado alguma coisa....

Muito provavelmente não, porque Portugal sempre foi um país mais socialista do que Social-democrata e pouco preparado para a chegada do "capitalismo". Apesar de tudo, Mário Soares foi sempre o homem que combateu na rua o antigo regime, o exilado e o homem das massas. Já Sá Carneiro foi mais um politico de "assembleia". Ainda hoje lembramos e choramos a morte de Sá Carneiro mas o mais certo é que se ainda fosse vivo, também ele seria responsável pela grave crise que atravessamos.......................?

OLHAR A SEMANA - O ESTADO SOMOS NÓS

1 - Vi esta semana um filme com o Sean Penn chamado "Jogo Limpo". Um filme que podia ser um documentário. Baseado numa história real, o filme retrata, a partir de um casal formado por um embaixador e uma agente da CIA, as mentiras em que se baseou a invasão do Iraque. Não foi esse o ponto que mais me marcou, mas antes a tenacidade como ambos enfrentam a mentira e a conspiração para os silenciar. Está em causa mais que a sobrevivência social e familiar, a luta democrática pela verdade.
2 - A verdade é que a democracia, sendo o melhor regime que se conhece, tem de ser construída todos os dias. A verdade é que os cidadãos numa democracia são eles próprios governantes. A verdade é que nos esquecemos disso e esgotamos a nossa função no acto de votar. A verdade é que não exercemos as nossas funções em permanência. Demitimo-nos de governar. A verdade é que uma democacia exige permanente vugilância. Os governantes uma vez eleitos tendem a abusar. Os órgãos de vigilância são, muitas vezes, coniventes. Os partidos, sendo essenciais ao regime, tendem a servir de lobies de interesse e com o tempo esquecem a sua função e governam para si próprios. Por isso os cidadãos tem de estar sempre atentos. A democracia é difícil, mas é assim. Mal de quem se deixa adormecer nas críticas dos comentadores ou nas anedotas de circunstância. São armadilhas que a liberdade de expressão tece para nos entreter. Escapes à nossa indignação. É a nós todos que compete exercer o governo. Eles são meros representantes. E quando os poderes representativos passam a poderes de representação, é altura de os cidadãos se imporem.
3 - Lutar pela democracia não é dizer mal. Não é ter atitudes de demissão. Não é apenas chegar ao café e falar mal do Governo. A democracia tem vícios já perfeitamente identificados. Importa que os cidadãos se manifestem, se revoltem, se indignem e que o façam de forma corajoso e politicamente consistente. A cidadania é o cerne da democracia. O Estado somos Nós.
Jorge Pinheiro

sábado, 4 de dezembro de 2010

Palpites XXI

Achas que a Coreia do Norte alguma vez vai ser uma democracia?

SIM 2 votos ( 20%)

NAO 8 votos (80%)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Assembleia de Pinguins - O traidor XIV

(....)

Zéguim deu indicação para que os queriam a morte da Assassina se deslocassem para a Direita. Enquanto que os adeptos do aprisionamento da baleia que fossem para a sua Esquerda. Houve um enorme movimento para a direita do líder espiritual que desta vez a votação seria incontestável, não havendo lugar a discussões ideológicas por causa opções tomadas.

Só que o inesperado aconteceu. No meio da multidão surgiu uma voz que fez calar toda a Assembleia.

- Posso falar? – pediu um pinguim pequeno e que também era malhado, daí ser conhecido pelo Pinguim Malhado. Era o único na espécie que tinha uma pele diferente dos restantes companheiros.

A Assembleia parou. Todos ficaram espantados com a acção do pequeno, porque este era conhecido pela sua timidez e nunca aparecer em público. Não tinha amigos na comunidade e andava sempre isolado. Era talvez a primeira vez que se ouvia a voz dele.
- A palavra é-te dada Malhado.
Os restantes Pinguins estavam curiosos sobre o que o Malhado ia falar.

- A culpa da Assassina ter vindo para estes mares é minha. Fui eu que sem intenção lhe disse o local para onde nós iríamos viver após o aquecimento global. Criei uma forte amizade com ela e no calor da conversa não tive o cuidado de esconder a nossa nova casa. E nunca me passou pelos neurónios que ela viesse em busca de alimento perto de nós.

Após esta revelação, ninguém disse nada. Um silêncio de pinguim pairou sobre a rocha e suas proximidades e era como se estivessem no teatro ou numa sala de cinema em que ninguém poderia falar. Os membros do Conselho de Sábios Pinguins levantaram-se com estupefacção e terror nas suas caras. Puseram as mãos na cabeça e os mais velhos bateram com os cajados na pedra com a força toda. Já Zéguim olhava para o ar como que a pedir ajuda divina para resolver esta questão. Certamente estaria à espera que Minguim o ajudasse a encontrar um caminho na situação mais complicada do seu mandato. Sabia que não o podia condenar mas era óbvio que a comunidade jamais o aceitaria de volta depois da traição que custar a vida a um companheiro seu, isto para além de ter uma simpatia muito forte para com o Malhado. Não sabia o que fazer…. Os pais do pinguim morto pelas orcas queriam bater em Malhado, mas a rápida intervenção de alguns pinguins evitou uma chacina ali mesmo em plena Assembleia. O que também seria inédito.

Pinguim Malhado corava de vergonha. Ajoelhou-se, baixou a cabeça e estendeu os braços. Fechou os olhos e disse:

- Errei e a partir de agora o meu destino a Vós Pertence Mestre Zéguim…..

- Que escandalo – Foi o que Carolim disse a Joanim no meio da multidão.

Os líderes partidários estavam chocados com o acontecimento e desta vez não havia cor politica que pudesse salvar o pobre animal.

Agora os Pinguins tinham de resolver dois problemas. A situação da Assassina mas também o que fazer perante a confissão do Pinguim Malhado. Enquanto os Penguzan tinham de procurar uma solução para estes dois casos, dentro da enseada que formavam as Ilhas Caçola, os Narvais estavam ansiosos por uma decisão que nunca mais chegava, pensando mesmo em soltar a baleia e voltar para o seu quartel.

Entretando ao lado da Ilha Minguim, os Rocker começavam a preparar-se para uma invasão…..

(continua dia 9...)

The Stars and Stripes

The flag of the United States of America has a short history compared to that of many European nations, but it is an interesting one. The original flag was described in an act of the Continental Congress during the American Revolution, on July 14, 1777, as follows:  Resolved, That the flag of the United States be made of thirteen stripes, alternate red and white; that the union be thirteen stars, white in a blue field, representing a new Constellation

This is what that flag looked like. Each stripe and each star represented one of the individual states of the union. The original design did not specify that the field of blue representing the union, but by tradition it has always gone in the upper corner of the hoist side (the side closest to the flagpole).  As you can see, the official flag meets Congress' description, but its design may be a little bit unfamiliar to you. The arrangement of the stars in the field of blue looks a lot like the arrangement used today, with alternating horizontal rows of the stars, but only thirteen stars instead of today's fifty.

Legend has it that a Philadelphia seamstress named Betsy Ross sewed the first flag at the request of General George Washington, but this legend is not believed by many serious historians. It will likely never be known who made the first version of what is today the U.S.A. flag; there is some evidence that the exact design -- the arrangement of the stars in the field and the positioning of the field on the upper hoist side, was likely made by an man named Francis Hopkinson, who was one of the signers of the Declaration of Independence, and went on to become a prominent judge in the years after the first peace with Britain.

Betsy Ross was a friend of George Washington's, however, and she did design a flag for the country. It was not flown, however, until at least 1782, well after the Revolution had been underway for many years. Still, this is a version of the flag that you will see in many famous paintings of events in the Revolution. It is called the "Betsy Ross" flag by some because it was her idea to arrange the stars in a circle. As you can see, the Continental Congress did not specify what design the stars should be in, so the Betsy Ross flag was every bit as "official" as the "official" flag was.

When he fought in the Revolution, George Washington used a different flag altogether. The point of a battle flag is to identify the regiment so that friendly troops can rally around it, and Washington's enemy was Britain. So it was important that the battle flag look very different than the British Union Jack. Washington designed the flag himself with that purpose in mind; as you can see, it is only blue with white stars, with no red at all, putting a political emphasis on the union of the thirteen states and looking different from the British flag.

Other flags were in use at the same time. One flag was designed by Benjamin Franklin, one of the most famous early Americans for his scientific endeavors, his publishing career, his charming diplomacy (he seduced dozens of noble French ladies in Versailles to raise money for the Revolution!), and for his sense of humor. In 1751, he noticed that as tensions with Britain were rising, the British government sent over boatloads of convicts to be colonists. He proposed in his newspaper the Pennsylvania Gazette that the colonists return the favor by sending back a shipload full of rattlesnakes, to be distributed in St. James' Park in London and in the pleasure gardens of the various nobles and leaders of Parliament. The idea caught on, and soon enough other people who wanted independence from Britain adopted the motif of the rattlesnake to represent the forming United States of America.

As you can see in Franklin's flag, each segment stands for a different state, but over time, the snake became one, as the colonies found common cause together, and came together in a bright yellow flag designed by Colonel Christopher Gadsden of South Carolina. This flag is still used today in the USA by people who protest the government and want to assert their individualism, with some variations -- the modern version, which I have printed here, shows the snake unwinding in mid-strike and facing the hoist side; Colonel Gadsden's original version had the snake coiled up, facing the fly side (the one away from the pole) and rattling its tail as a warning.


The Gadsden flag, while inspiring to some, was never an official flag; the official flag was always the stars and stripes. When the U.S.A. first formed, there were only thirteen states. As the nation grew, new States were admitted to represent newly-settled territory.  After Kentucky and Vermont were added to the Union, Congress expanded the flag to be fifteen stars and fifteen stripes.  More states kept coming in after that and they all wanted to be represented on the flag, too, but if more and more stripes were added, the flag would have grown longer and longer until it could no longer be used as a flag at all!  Here I have a picture of the fifteen-stripe flag; there have never been more than fifteen stripes because more than that would have been unwieldy or left the stripes too thin to be visible from a distance.

So in 1818, after the second war with Britain, Congress changed the flag back to thirteen stripes, to represent the original states that had fought in the Revolution, and each state would have a star in the field of blue, added on the 4th of July after the state's admission.  In 1912, New Mexico and Arizona were added as states, and this completely filled out what is today called the "Continental United States," meaning the land in between Canada and Mexico. It was thought that there would be no further states added. So that year, President William Howard Taft issued an order specifying the dimensions of the flag, fixing the field of blue in the upper hoist corner, and specifying that the stars would be five-pointed and one point would be vertical. This made the "Betsy Ross" flag an unofficial version of the flag because not all the stars had an arm that pointed straight up and down.  This flag was the flag that my grandparents had for most of their lives, and the flag that my parents knew as children.

The flag was changed for the last time in 1959, when it changed twice -- once to honor Alaska's admission to the union as a state, and then again to honor the admission of Hawai'i as a state.  Since then, we have had no new states added, and no new stars have been needed. This is what the USA flag looks like now, an image that is probably familiar to everyone around the world from sport and politics.

Many citizens of the USA hold the flag in great reverence, and unfortunately like seemingly everything else in the USA, the flag has become something to argue about in politics. There are people who want to make it a crime to burn or deface a USA flag, and it is certainly true that there is no better way to get a group of US citizens very, very angry than to deface one of our flags. But we have to tolerate this sort of thing because it is political expression, and our Constitution protects freedom of speech. Congress and the various states require that schoolchildren recite a pledge of allegiance to the flag every morning. The pledge was originally written in 1892 by a survivor of the American Civil War (our Civil War ended in 1865), and it read as follows:

I pledge allegiance to my Flag and the Republic for which it stands -- one nation, indivisible, with liberty and justice for all. 

Congress adopted this pledge and made it mandatory for schoolchildren to recite it in 1942, changing the phrase "my flag" to be "the flag of the United States of America." The next year, the Supreme Court said that requiring students to recite this pledge was unconstitutional, when a group of religious children and their parents said that the mandatory recital of the pledge was a form of worshiping the flag as a religious object.   States could encourage children to recite the pledge, but not require it.

Then in 1954, Congress and President Dwight Eisenhower added the phrase "under God" to the Pledge,  in part in response to a charismatic Christian preacher who demanded it in a popular radio show, and in part to distinguish US citizens from "godless" communists (it was, after all, the start of the Cold War). That is the form the Pledge takes today:

I pledge allegiance to the flag of the United States of America, and to the Republic for which it stands, one nation, under God, indivisible, with liberty and justice for all.

Today, addition of the phrase "under God" is being challenged in courts by American citizens like me, who do not believe in God at all, and who have no problem publicly pledging loyalty to the country but do not want to affirm a religious belief we do not actually hold. For myself, I think that the flag is a nice symbol of the country, but the country itself -- the democratic form of government we enjoy, the Constitution that guarantees our civil rights and the independent courts which enforce them, the common identity we have as a people -- is more important than flag itself, which is after all just a symbol. But for the time being, this is the official pledge, and for better or for worse, it is the way Americans most frequently express their patriotism.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Tema I : Entrada do FMI em Portugal

És a favor ou contra a Entrada do FMI em Portugal?

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

De que lado estás?

A partir de amanhâ e Mensalmente uma Nova Rubrica.

"copiando" o modelo deste blogue http://www.afavorecontra.blogspot.com/ , queremos que dês a tua opinião. Todos os meses será proposto um tema e uma sondagem acompanhará a evolução dos comentários.

Amanhâ começa um novo tema.

De que lado estás?

Assembleia de Pinguins - Mais uma reunião XXIII

(...)

Depois de ser decidido que o futuro da Assassina estava nas mãos dos habitantes da ilha Minguim, todos se dirigiram para a pedra a fim de realizar mais uma assembleia. Esta tinha a sua importância pelo facto de se destinar a resolver o futuro de um dos predadores mais perigosos que circulavam nos mares da Terra.

Enquanto alguns leões-marinhos ajudavam os pinguins a se deslocarem para o local onde se iria realizar a Assembleia, os Narvais ficaram em redor da Assassina para que esta não pudesse escapar. As baleias do gelo não podiam assistir à reunião magna porque não era permitido a nenhum animal fazê-lo, eram as regras da Assembleia. Em território parlamentar pinguim só podia entrar aquela espécie. À entrada, havia um fiscal que fazia o controlo e confirmava a presença dos deputados. E estes tinham um cartão consigo que tinham de levar obrigatoriamente para as assembleias sob pena de não poderem votar, para além de ser proibido faltar a qualquer votação, independentemente do motivo, havendo a possibilidade de expulsar o pinguim da comunidade caso não marcasse presença no debate parlamentar. Se os pinguins queriam ser um exemplo de democracia, tinham de ter regras muito rigorosas.

Havia a sensação entre a tribo que a Assassina seria morta por vontade deles. Ninguém perdoava a sua matança a um membro da familía, daí que o sentimento de revolta imperasse junto da comunidade. Nesta questão nem sequer as diferenças entre Esquerda e Direita Pinguim se iriam fazer notar, pois era óbvio que todos queriam assistir in loco à matança da Orca com os seus próprios olhos. Se ela fosse presa, daqui a dois ou três anos ela já estava cá fora, porque o sistema penal dos Narvais era muito conhecido por ser muito pouco rígido e havia a necessidade de o revogar para melhorar e introduzir penas mais severas, nomeadamente em relação às baleias assassinas que espalhavam o terror por esse mundo fora.

Por outro lado, pairava no ar a ideia que o pinguim responsável pela presença da Orca assassina naqueles mares se iria revelar, pois havia a forte convicção que iria estar contra a matança da baleia e pedir misericórdia. Ou então iria se juntar a quase toda a comunidade e assim salvar a sua pele…..

Chegados à Zavi, Zéguim colocou-se no alto do palco com a restante tribo em frente dele. O Conselho de Sábio de Pinguins estava atrás dele sentado como se fossem Senadores. Estava prestes a acontecer mais uma Assembleia decisiva na história dos Penguzan…. Algo de importante e muito grave se iria revelar…..

(continua dia 3...)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

2.1.11. Período pré-povoamento: vai que é tua, Martim Afonso de Sousa

Martim Afonso de Sousa


No post anterior vimos que D. Manuel I faleceu e, em seu lugar, assume D. João III que, por sua vez, envia Cristóvão Jacques, novamente, ao Brasil para tentar proteger o território dos piratas, que saqueavam o pau-brasil.

Nesta segunda expedição guarda-costas, Cristóvão Jacques atua com barbaridade contra piratas franceses, que eram financiados pelo Palácio de Versailles, o que cria uma crise diplomática entre França e Portugal, que foi resolvida a base de muito suborno e vistas grossas.

Em 1528, Cristóvão Jacques retorna a Portugal e tem uma conversa séria com D. João III. Ele informou o óbvio ao Rei de Portugal: não havia de condições de proteger o território brasileiro apenas com expedições guarda-costas e a única maneira de Portugal não perder aquele território seria promovendo a sua colonização.

E aproveitando a deixa, Cristóvão Jacques se ofereceu não apenas para executar a missão por ele mesmo sugerida, mas também para arcar com os custos da empreitada.

Ao ouvir isso, D. João III chegou à conclusão que, realmente, os custos para organizar essas expedições militares eram muito altos (não só financeiro, mas também político – vide os problemas com a França) e que o comércio com o oriente estava entrando em decadência, portanto, Cristóvão Jacques tinha razão: o momento certo de colonizar o Brasil havia chegado.

Só que Cristóvão Jacques estava com “o filme queimado” com o Rei, como se diz aqui no Brasil, pois D. João III continuava furioso com os problemas que teve com a França por conta de Jacques.

Por isso, o Soberano fez ouvidos de mercador à proposta de Jacques de povoar o Brasil (que até a presente data espera uma resposta de D. João III) e disse “vai que é tua Martim Afonso de Sousa”, isto é, nomeou este nobre e militar português, que era seu amigo de infância, para chefiar a expedição que é considerada pelos historiadores como a primeira expedição colonizadora do Brasil.

Assim, em 03 de dezembro de 1530, uma esquadra de quatro navios, com quatrocentos homens partiu de Lisboa rumo ao Brasil com o objetivo de povoar, defender e explorar o território.

Secretamente, a expedição de Martim Afonso de Sousa tinha mais um objetivo: avançar em direção ao interior da colônia para ultrapassar a linha de Tordesilhas e, conseqüentemente, aumentar o domínio português, afinal de contas, o que é achado não é roubado.


E assim termina o relato do Período Pré-Povoamento do Brasil. No próximo post, iniciaremos uma nova fase da História do Brasil: o Ciclo da Cana de Açucar.


Larissa Bona


Próximo post em 14.12.2010: 2.2. Ciclo da Cana de Açúcar

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Catalunha 2 , Castela 0

Segunda vitória para a Catalunha frente à Capital Madrid.

Depois das eleições de ontem na Região terem dado uma vitórias aos independentistas liderados por Laporta, o Barça humilhou os seus rivais de castela...

A luta conitnua...

Figuras da Década (11) : Gato Fedorento

Começaram com um programa de menor dimensão na Sic Radical, atingiram o apogeu na estação principal, depois foram para a estação publica mas rapidamente regressarem à base.

A série Meireles, Fonseca e Barbosa fez o país chorar de riso com actuações fantásticas como "eles falam falam falam" ou "onde e que está o papel....", ou mesmo " o gajo d´alfama....", sem esquecer ou "abominavel homem das neves....". É verdade também às vezes falar sem ser à calão "tá malllll".

Na RTP, os sketch de "Lopes da Silva" não teve tanto êxito como as suas congeneres na televisão privada, mas "diz que é uma espécie de magazine", revolucionou este quarteto que entendeu comentar de forma humoristica a actualidade nacional e internacional. Era o regresso do formato Herman mas com mais piada e menos ordinarices. Uma das grandes " conquistas" deste programa foi a rubrica "tesourinhos deprimentes" , em que os quatro da vira airada iam buscar situações cómicas da televisão portuguesa. Foi aqui que fizeram o famoso sketch do professor Marcelo aquando do referendo do aborto, o julgamento de Saddam entre outros.

Apesar dos excelentes personagens criados pelos Gato nesta série, foi a imitação de Ricardo Araujo Pereira a Paulo Bento. A tranquilidade foi dificil de manter devido ao enorme riso que a "personagem" causou no publico português-

O regresso à SIC fez-se com Ze Carlos, um famoso personagem dos Gato na série Fonseca! As imitações a Socrates marcaram esta fase.

O ultimo programa dos quatro magnificos foi em tempo de eleições legislativas de 2009, RAP fez perguntas a quase todos os politicos portugueses num momento importante. Até o General Ramalho Eanes foi ao programa com a sua Uzi e metralhadora.......

Nesse programa era retratado um pouco do dia a dia da campanha para as legislativas, mas as autárquicas não ficaram esquecidas. Muito engraçado o momento em que os Gato foram para a rua à procura de cartazes divertidos. Também esse momento foi uma risota.

Espera-se o regresso destes 4 magnificos para 2011...

Que venham porque são muito bem vindos. A nossa sociedade precisa deste tipo de humor!

Associação Nacional das Tradições Portuguesas

São princípios e objectivos da Associação a PROMOÇÃO, DEFESA e DIVULGAÇÃO das tradições portuguesas :

em todas as actividades que se desenvolvam num quadro de harmonia e respeito pela natureza e pelo património histórico, preservando a cultura de cada região, designadamente:

o folclore e os cantares,

as romarias e as procissões, o traje e o artesanato,

a gastronomia e os vinhos,

a caça e o tiro, a pesca,

a tauromaquia e a equitação.

Principal promotor desta Associação : Bernardo Mesquitella.

Vê a Pagina da Associação no Facebook http://www.facebook.com/photo.php?fbid=154356174594721&set=a.148505915179747.23836.100000610177357#!/group.php?gid=222092189733 e adere

domingo, 28 de novembro de 2010

Olhar Direito - O leme vai na mesma direcção?

Esta semana assistimos a uma greve geral que paralizou o país por completo. Embora o intento dos Sindicatos tenha sido conseguido não considero que o rumo do governo vá mudar, até porque nesta altura infelizmente todos têm de fazer sacrificios, e não é só o Orçamento de Estado que nos vai cortas as asas, mas sim o estilo de vida que vamos de mudar e as novas formas de convivência social.

Já estamos habituados às greves e manifestações envolvendo milhares de pessoas contra os governos, mas a realidade é que em Portugal essas formas de luta têm tido muito pouco resultados à medida nos vamos afastando do 25 de Abril e caminhamos para uma sociedade cada vez mais informada e consumista. Não estamos de acordo com estas medidas é certo! Não temos culpa de levarmos com elas em cima, também não é mentira! Estamos a pagar a factura de erros que poderiam ser evitados, mas os portugueses sabem que se formos pela demagogia do facilitismo e de adiar novamente cairão num buraco em que será impossivel recuperar.

Assim, a greve geral de Quarta Feira passada foi apenas um sinal dado por alguns sectores da nossa sociedade que querem mudanças radicais, criticando por criticar e nunca estando satisfeitos com politica nenhuma. Um exemplo disso mesmo foi o protesto dos trabalhadores da AutoEuropa que receberam aumentos salariais esta ano e mesmo assim estiveram de greve.....

Penso que os portugueses estão um bocadinho fartos deste discurso em que está tudo mal, mas depois vem um outro governo e criticam na mesma. É altura também de mudar os nossos lideres sindicais....

É que a outra parte dos portugueses que trabalharam na Quarta Feira por vezes também querem protestar só que não podem devido ao "sistema".

E não me parece justo que só um sector é que possa gozar destas regalias .....

sábado, 27 de novembro de 2010

Bandeira da Russia

A história da Bandeira Russa é tão enigmática como o próprio país, mas aqui vão as versões encontradas;

A primeira surgiu que em 1699, Pedro o Grande, estava nos Países Baixos e que tinha de dar uma bandeira à futura marinha que iria acompanhá-lo.

Outra refere que em 1667 a primeira embarcação da marinha russa. tinha a uma bandeira hasteada. Essas cores provinham do escudo moscovo na qual apareciam São Jorge com uma armadura branca, montado num cavalo branco, levando um escudo e capa azuis, sobre fundo vermelho. Esta bandeira apenas foi autorizada a ser usada em terra a 7 de Maio de 1883. Antes era a bandeira oficial da marinha mercante.

Só que devido a razões históricas esta bandeira sofreu alterações de várias ordens. Em 1917 após a revolução bolchevique e quando surgiu a União das Republicas Socialistas Soviéticas.

A 22 de Agosto de 1991 a Federação Russa readopta o modelo de 1883, sendo celebrado um Dia da Bandeira!

De facto, esta foi a bandeira usada durante quase todo império russo!

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