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sábado, 15 de outubro de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Hillary Clinton - A semana correu de feição à candidata democrata porque o adversário tem cometido vários erros, atraindo críticos e comunicação social. As sondagens também jogam todas a favor da antiga secretária de Estado. Se continuar no actual registo, Clinton chega ao dia 8 de Novembro com maior índice de popularidade, mas isso pode ser não suficiente para vencer a eleição.

No Meio 

António Costa - O Orçamento de Estado para o próximo ano não cumpre algumas promessas eleitorais como a eliminação total da sobretaxa. As metas do crescimento e do défice também não serão alcançadas e o desemprego muito alto. Contudo, o maior problema para o primeiro-ministro foi não ter cumprido na totalidade as exigências do PCP e BE. Costa vai ter um ano complicado porque estamos em vésperas de eleições e os dois parceiros começam a dar sinais de impaciência. Não é só a direita que vai fazer barulho..

Em Baixo 

Donald Trump - A semana horribilis de Donald Trump começou no domingo no segundo debate presidencial. Nos dias seguintes, o establishment republicano retirou o apoio ao candidato com Paul Ryan na linha da frente das críticas. Mike Pence deu sinais de querer desistir, mas continua como vice-presidente. Se é estratégia ou personalidade a verdade é que o início da campanha para as eleições gerais não começou bem. 

sábado, 8 de outubro de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

António Guterres - Uma grande vitória política para o antigo primeiro-ministro português. O trabalho realizado no ACNUR foi reconhecido. Guterres é a pessoa indicada para secretário-geral das Nações Unidas porque tem atitude activa e não se fica apenas pelos discursos de ocasião. Iremos ter alguém com força para aplicar o que é melhor para o Mundo. 

No Meio

Tony Blair - O antigo primeiro-ministro pretende voltar a ter um papel activo na política britânica. Blair entende que o governo conservador é de direita, enquanto os trabalhistas não têm políticas de esquerda actuais. O contributo de Blair é sempre importante, sobretudo para os homens de esquerda.

Em Baixo

Donald Trump - O pedido para os doentes terminais não falecerem brevemente para votarem no empresário é mais uma declaração triste. Numa altura em que Clinton vence debates, Trump parece não estar importado com o que diz. Talvez os norte-americanos também não estejam e dêem um voto de confiança no próximo dia 8.

sábado, 24 de setembro de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Jeremy Corbyn - O líder do Partido Trabalhista venceu as eleições com grande vantagem sobre o rival. Uma vitória sem contestação, um ano depois de ter chegado à liderança. A pressão e a chantagem dos deputados trabalhistas não teve sucesso. Uma grande derrota para os parlamentares que vão ter de aturar o líder até às próximas eleições. Os que não quiserem obedecer às ordens terão de abandonar a bancada parlamentar porque Corbyn confirmou que estava certo. O triunfo confirma que a eleição não servia para nada.


No Meio

Mariana Mortágua - A deputada do Bloco de Esquerda provocou uma grande polémica ao ter sugerido aumentar os impostos para os mais ricos. As críticas não se fizeram esperar, mas a intenção era mesmo essa. Provocar o debate e a indignação na direita. Agora veremos se consegue convencer os socialistas.


Em Baixo

Owen Smith - A nota negativa deve ser endereçada aos deputados que lançaram a candidatura contra Corbyn que se revelou um verdadeiro fiasco. Smith hipotecou a sua carreira enquanto deputado, sendo que, não vai ter condições para cumprir a promessa de fazer barulho. A partir de agora dificilmente alguém vai fazer barulho na bancada dos trabalhistas em Westminster porque a derrota foi humilhante. 

sábado, 17 de setembro de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

União Digital - A União Europeia deve apostar no mercado digital para modernizar os países, reduzir a burocracia e aumentar o consumismo. O objectivo não passa por copiar os norte-americanos e asiáticos, mas introduzir alternativas às pessoas. 


No Meio 

Jean-Claude Juncker - O presidente da Comissão Europeia fez o mesmo discurso no estado da União Europeia. Não surpreendeu os eurodeputados porque não tem nada de novo. Contudo, é preocupante a forma como o líder pretende mais Europa, mesmo que não tenha reflexo na vida das pessoas. Se as políticas da União Europeia não são bem aceites, os discursos dos líderes são totalmente ignorados.

Em Baixo

José Sócrates - O ex-primeiro-ministro abriu uma guerra com todos os agentes da justiça, por causa do processo Marquês. A comunicação social também não tem escapado à ira do socialista. O novo ódio de estimação de Sócrates chama-se Marcelo Rebelo de Sousa. De facto, mesmo que venha a ser inocente, Sócrates está a fazer tudo para não voltar a ter um cargo político com importância. 

sábado, 10 de setembro de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Theresa May - A primeira-ministra britânica tem gerido muito bem a questão do Brexit, em termos internos e internacionais. May está a sofrer pressão por parte da oposição para novo referendo e no plano externo para invocar imediatamente o Artigo 50 do Tratado de Lisboa. Os partidos britânicos também querem mais esclarecimentos sobre as condições de saída. A chefe do governo não se tem precipitado nem mostrado arrogância perante os opositores internos e externos. Uma postura exemplar de uma primeira-ministra que com menos de três meses no cargo.

No Meio

Donald Tusk - Os responsáveis europeus continuam a fazer pressão sobre o Reino Unido. A Europa tem pressa em avançar sem os britânicos. É legítimo o pedido constante feito pelos dirigentes, mas ninguém sabe quais são as consequências. Isto é, qual a razão de tanta pressa se a União Europeia nunca pensou no plano B que passou a ser o plano A?

Em Baixo

Pedro Sánchez - O líder do PSOE continua apenas interessado em salvar a pele, apesar de duas derrotas eleitorais consecutivas. Sánchez tenta uma nova fórmula para passar o programa do governo parlamento espanhol. Pede ao Ciudadanos para não votar contra um acordo celebrado entre o PSOE e o Podemos, sem ter qualquer compromisso com o partido liderado por Pablo Iglésias. Ora, Sánchez não tem nada, mas já está a pedir que os partidos assumam posições, sem se saber quais são as ideias e propostas dos socialistas. O mais grave nisto tudo foi ter telefonado pessoalmente a Rajoy para lhe dizer que não conta com o PP. Por estas razões percebemos porque o líder não consegue vencer eleições.

sábado, 30 de julho de 2016

Figuras da Semana


Por Cima

Hillary Clinton - A candidata democrata saiu em grande da Convenção porque conta com o apoio de todas as grandes figuras do partido, em particular dos dois últimos presidentes democratas. As sondagens não são as melhores, mas a antiga primeira-dama ganhou um novo fôlego após a reunião em Filadélfia. Tem a certeza que irá contar com os grandes nomes durante a campanha para as eleições gerais.

No Meio

Marcelo Rebelo de Sousa - O Presidente da República acaba por ser um dos grandes responsáveis por Portugal não ter sanções económicas por défice excessivo. O trabalho realizado nos bastidores garantiu mais tranquilidade na execução orçamental. No entanto, existem sinais preocupantes de Belém sobre a estabilidade política para o próximo ano.

Em Baixo

Pedro Sánchez - O líder do PSOE vai votar contra a investidura de Rajoy no parlamento. Pela segunda vez consecutiva, Sánchez não aceita a condição de derrotado nas eleições e pretende governar à força. O problema é que não será com a ajuda do Podemos. A sede de poder de Sánchez prejudica o país vizinho. Perante esta atitude, temos a certeza que não haverá governo em Espanha até o PSOE ficar atrás do Podemos e do Ciudadanos. O que não falta pouco.

sábado, 23 de julho de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Theresa May - A primeira-ministra britânica começa positivamente o mandato com viagens importantes a Berlin e a Paris. O objectivo passa por descansar as principais figuras europeias relativamente ao Brexit, mas também assumir uma nova posição do Reino Unido face aos países europeus. A viagem à Alemanha correu bem, só que em Paris recebeu avisos por parte de Hollande.


No Meio

Donald Trump - O empresário garantiu a nomeação para ser o candidato republicano à Casa Branca. No entanto, não houve unanimidade e alguns momentos menos positivos em vésperas da campanha para as eleições gerais. A escolha do Vice-Presidente também não entusiasma as grandes figuras. A partir de agora existe respeito pelo candidato, mas nunca será alguém consensual.


Em Baixo

Ted Cruz - O senador do Texas fez má figura na Convenção Republicana. Não se trata de criticar Trump num momento que deveria ser de unanimidade, mas o problema tem a ver com o modus vingança. Cruz esperou vários dias para se vingar do empresário. A justificação do senador não colhe porque todos sabem que se tratou de um atitude por ter perdido a nomeação. O momento triste só o vai prejudicar no futuro com ou sem Trump na Casa Branca.

sábado, 16 de julho de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Recep Tayyip Erdogan - O presidente turco vai reforçar a simpatia popular e os poderes presidenciais após a tentativa de golpe falhada pelos opositores. O cenário caótico já está montada, mas o presidente continua a ter tudo do seu lado. Uma vitória clara de Erdogan que tem sido contestado internamente e no plano internacional. Apesar de tudo, a manutenção do actual Chefe do Estado ainda é a melhor solução.

No Meio

Theresa May - A nova primeira-ministra britânica iniciou o mandato, mas a escolha de Boris Johnson para a pasta dos Negócios Estrangeiros pode ter sido um erro, embora tivesse bem em afastar Michael Gove. Talvez o antigo presidente da Câmara de Londres seja mais confiável que o ex-ministro da Justiça. Veremos quais são os passos de Johnson quando os trabalhistas reclamarem eleições antecipadas. Pode ser uma nova oportunidade para chegar ao poder...

Em Baixo

Marcelo Rebelo de Sousa - As críticas aumentam de tom à medida que o presidente português continua a querer ser o centro das atenções. A forma como pretendeu ter o protagonismo após a vitória da selecção no Europeu 2016 envergonha qualquer pessoa. O pior é o constante comentário sobre qualquer assunto. Marcelo ainda não despiu o fato de comentador ou quer controlar os meios de comunicação social. 

sábado, 9 de julho de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Theresa May/Andrea Leadsom - As duas ministras do actual executivo britânico são as finalistas da corrida à liderança do Partido Conservador. A escolha dos membros do partido também terá em conta as posições reveladas no recente referendo. May esteve a favor da manutenção e Leadsom contra, embora tenha mudado de opinião. Uma coisa é certa. O Reino Unido vai voltar a ter uma primeira-ministra depois de Margaret Thachter.


No Meio

Hillary Clinton - A candidata democrata conseguiu escapar a procedimentos criminais por causa da utilização do email pessoal para assuntos de Estado. No entanto, o FBI confirmou que houve descuido por parte da antiga secretária de Estado. Só isso será suficiente para os republicanos atacarem Clinton durante a campanha para as eleições gerais.


Em Baixo

Michael Gove - O ministro da Justiça tirou o tapete a Boris Johnson, mas acabou por ser eliminado na segunda ronda. Gove quis ser o protagonista da campanha pelo Brexit nas eleições para a liderança do partido, o que lhe garantia vantagem. No entanto, as jogadas de bastidores terminaram mal. Como acontece com Boris Johnson, Gove já não tem uma segunda oportunidade. 

sábado, 2 de julho de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Michael Gove/Theresa May - A desistência de Boris Johnson coloca Gove e May como os principais candidatos à liderança dos conservadores, sendo provável que os dois passem à ronda final. Os ministros do actual executivo são nomes fortes com capacidade para liderar os conservadores.

No Meio

Boris Johnson - O rosto da campanha pelo Brexit não irá disputar a liderança do Partido Conservador. Ora, se por um lado a decisão é compreensível, por outro, representa um acto de cobardia porque não está disposto a ir à luta. É verdade que o avanço de Michael Gove foi um golpe que o antigo autarca de Londres não estava à espera, mas também é preciso lutar quando se acredita em algo e não se pode esperar que o poder caia no colo.

Em Baixo

União Europeia - As reacções dos dirigentes europeus, em particular de Jean-Claude Juncker, à vitória do Brexit demonstram mau perder, mas também falta de capacidade para reagir a um problema porque pensavam que o resultado seria favorável, como tem acontecido noutros países. No entanto, desta vez os britânicos trocaram as voltas à União que não tem nenhum plano de contingência sempre que existe uma crise. 

sábado, 25 de junho de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Brexit - Os apoiantes do Brexit ganharam o referendo. A vitória que não aconteceu noutros países, acabou por se verificar numa das maiores economias da Europa. Os resultados mostram que os britânicos querem seguir um caminho político e económico sem depender das regras de Bruxelas.


No Meio

União Europeia - A vitória do Brexit coloca a União Europeia entre a espada e a parede e com necessidade de mudança. No entanto, com os actuais dirigentes europeus dificilmente se vai conseguir alguma coisa. O primeiro passo será marginalizar o Reino Unido das decisões europeias. O resultado do referendo não é apenas eurocepticismo britânico, mas alguma revolta sobre a forma como a UE está a ser conduzida.

Em Baixo

David Cameron - O primeiro-ministro britânico perdeu o referendo e demitiu-se do cargo. Após várias conquistas políticas, Cameron sai após a derrota no referendo porque não pode conduzir o Reino Unido à saída da União Europeia tendo votado a favor da permanência. Ainda faltam alguns meses para julgar o mandato, mas o que importa avaliar são as consequências da vitória do Brexit. A primeira foi a demissão do primeiro-ministro, sendo a única que começou a provocar instabilidade política. 

sábado, 18 de junho de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

UEFA - A entidade que organiza os campeonatos da Europa está de parabéns pelos primeiros dias do Euro 2016. O alargamento permitiu maior equilíbrio e esforço por parte das equipas menos cotadas quando defrontam os teóricos favoritos. Os críticos dizem que a competição perdeu qualidade, mas apenas num jogo ficou 0-0. De certeza absoluta que os jogos a eliminar irão proporcionar várias surpresas. 


No Meio

Remain - A campanha pela manutenção do Reino Unido na União Europeia tem ganho apoios importantes, no qual se incluem, os três últimos primeiro-ministro britânicos. No entanto, as sondagens não são favoráveis, apesar do número de indecisos ser bastante grande. Apesar de tudo, os argumentos do Remain continuam a ser mais fortes que os do Brexit.

Em Baixo

António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa - As duas figuras mais importantes do Estado português fizeram uma colagem excessiva à participação de Portugal no Euro 2016. As várias manifestações de apoio à selecção das quinas não passam de momentos para os dois aparecerem e ficarem bem vistos. Não bastou terem recebido a equipa, mas também tiveram a necessidade de aproveitar qualquer oportunidade para serem filmados. A colagem da política ao futebol não passa de oportunismo. Marcelo e Costa sabem perfeitamente como funcionam as coisas. 

sábado, 11 de junho de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Hillary Clinton - A candidata democrata confirmou a nomeação após as primárias de Terça-feira. A antiga secretária de Estado norte-americana venceu a corrida, apesar de algumas derrotas que deram moral a Bernie Sanders. No entanto, o melhor que podia acontecer a Clinton foi o apoio declarado de Barack Obama. A partir de agora o establishment democrata entra em campo para defender a candidata. Um apoio esperado, mas que pode facilitar o ataque dos republicanos.

No Meio

Brexit - Os defensores da saída do Reino Unido da União Europeia apresentam poucos argumentos na defesa das ideias. Um dos aspectos preocupantes tem a ver com as questões económicos. Os apoiantes do Remain explicam as vantagens de ficar no clube europeu e as consequências da saída. Por seu lado, quem está a favor do Brexit não consegue explicar porque razão a economia britânica fica melhor sem o país na União Europeia. A bandeira da imigração também não tem sido acolhida nos eleitores britânicos.


Em Baixo

PS, PSD, CDS - Os três partidos não se conseguem entender sobre a questão das sanções económicas a Portugal. A aprovação de dois textos na Assembleia da República revela a imaturidade democrática dos líderes partidários que recentemente foram bajulados nos respectivos congressos. Nada mudou após os maus resultados dos três nas legislativas de Outubro. Nem sequer a falta de maiorias no parlamento consegue unir os partidos em nome do interesse nacional. 

sábado, 4 de junho de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Referendo britânico - O Reino Unido vive um momento histórico devido à realização do referendo sobre a manutenção na União Europeia. Um ano depois das eleições legislativas, a campanha está de volta às ruas. Desta vez vemos o governo de Cameron e o Partido Trabalhista divididos entre o Brexit e o Remain. A sociedade civil também se mobilizou em força para mostrar os argumentos. A democracia no Reino Unido é fantástica.

No Meio

Paul Ryan - O "Speaker" do Congresso norte-americano declarou apoio a Donald Trump. Não esperava outra atitude do dirigente republicano, que contrasta com as posições assumidas por Mitt Romney e a família Bush. O gesto do líder vai favorecer o empresário nas sondagens porque o partido unido tem condições para combater Hillary Clinton e Barack Obama. Se Trump não conseguir a Casa Branca, Ryan tem hipóteses de ser candidato em 2020.

Em Baixo

Paulo Portas - O histórico líder do CDS fez o último discurso na Assembleia da República enquanto deputado. A ocasião não proporcionou a habitual salva de palmas em pé do hemiciclo porque alguns membros da esquerda não se juntaram aos da direita. No final, houve discursos de todos os grupos parlamentares com bocas negativas à mistura. Portas não vai deixar de intervir politicamente, mas isso nunca terá peso na oposição. A despedida do antigo líder foi como a carreira política, um autêntico sentimento de amor-ódio. No fundo, o trabalho de Paulo Portas não pode ser considerado positivo ou negativo, está no meio. Paulo Portas é o expoente máximo daquele português que fica amuado se deixar de aparecer nas câmaras de televisão. No entanto, infelizmente o país vai continuar a ter que lhe prestar vassalagem mediática. 

sábado, 28 de maio de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Donald Trump - O empresário alcançou a nomeação oficial para ser o candidato do Partido Republicano nas eleições gerais em Novembro. No futebol costuma-se dizer que uma equipa ganha "contra tudo e todos". O mesmo se pode aplicar à forma como Trump conquistou a nomeação. Uma grande caminhada de uma pessoa que só construiu sucesso no ramo empresarial e com poucas ideias políticas.

No Meio

União Europeia - As Instituições Europeias pretendem dar um impulso importante no desenvolvimento da tecnologia com a criação de plataformas online europeias. Uma forma de fazer concorrência aos adversários norte-americanos que conquistaram os utilizadores europeus. A União Europeia precisa de apostar noutras áreas que não as habituais.

Em Baixo

António Costa - Um primeiro-ministro mal preparado, que não capta a atenção da audiência nunca é levado a sério. O chefe do governo tem dificuldades em ser ouvido na Assembleia da República, não sabe responder a todas as questões, além de se enganar nos tratamentos formais. Costa não teve tempo de aprender porque quis ser o primeiro à força. 

sábado, 21 de maio de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Bernie Sanders - O senador do Vermont tem dado luta a Hillary Clinton. Na última semana venceu o Oregon e quase conquistou o Kentucky. Sanders não deve ganhar a nomeação, mas fez melhor figura do que os adversários republicanos de Trump. Nem a própria Clinton pode ir descansada para a eleição geral em Novembro muito por culpa do trabalho de Sanders.


No Meio

Eurolat - A Assembleia Parlamentar que junta eurodeputados e deputados sul-americanos devia ter ido mais além, sobretudo na procura de soluções para melhorar as relações entre os dois países. No entanto, a Europa preocupou-se mais com os problemas internos  e os países da América do Sul tentam recolher melhores condições financeiras. É verdade que ainda existe poucas ligações, a não ser as culturais e históricas. A Europa só muda a agulha se houver mais democracia e peso institucional no Mercosur. 

Em Baixo

Jeremy Corbyn - O líder trabalhista não tem unhas para o cargo. Nem sequer a conquista da Câmara de Londres irá mudar o panorama interno. O problema de Corbyn é não ter nenhuma vitória política significante, enquanto David Cameron e os conservadores reforçam a legitimidade democrática no Reino Unido. A fraca liderança de Corbyn será novamente visível se os britânicos votarem pela permanência na União Europeia, o que será uma vitória para Cameron.

sábado, 14 de maio de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Partido Republicano - O encontro entre Donald Trump e Paul Ryan é o primeiro passo para a união do partido. O empresário disse que a ideia de banir todos os muçulmanos é apenas uma sugestão, enquanto o "Speaker" do Congresso gostou de algumas propostas. Ninguém vai conseguir derrotar Clinton e Obama senão houver cedências. Por esta razão, a prematura nomeação de Trump foi benéfica para acertar estratégias. 

No Meio

António Costa - O primeiro-ministro admitiu, pela primeira vez, que tem um plano B se as metas orçamentais falharem. Ora, Costa negou sempre a situação no parlamento, mas na televisão não teve medo de confessar aquilo que se suspeitava. Aos poucos, o líder socialista mostra fragilidades políticas e incapacidade de tomar decisões correctas, além de justificar o golpe que deu origem à queda de um governo legítimo.

Em Baixo

Dilma Rousseff - O Senado brasileiro confirmou o início do processo de impeachment votado pelo Congresso. No entanto, a antiga presidente tentou parar o processo através do novo Presidente do Congresso brasileiro. Não conseguiu e agora está constitucionalmente fora da presidência porque Michel Temer também já assumiu interinamente o cargo no Planalto. A história ainda mal começou, mas Dilma obteve a primeira derrota, embora prometa que não vai desistir. 

sábado, 7 de maio de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

PSD - Os sociais-democratas apresentaram uma boa proposta de revisão da lei eleitoral que estabelece o voto preferencial. Um passo em frente na qualidade da democracia portuguesa para aumentar a participação política. O projecto só passa se o PS não insistir na recusa. 

No Meio

Marcelo Rebelo de Sousa - O Presidente da República viajou para Moçambique. Na agenda estava uma tentativa de reconciliação entre a Frelimo e a Renamo. No entanto, o que mais chamou à atenção foi a forma como o Chefe de Estado continua a encantar as pessoas. Pode ser muito fabricado e com a comunicação social sempre em cima, mas Marcelo pretende passar uma imagem dos afectos. No plano político confirma-se a tentação do professor ser interventivo dentro e fora de Portugal. Resta saber como vai lidar com o problema do português detido em Luanda. 

Em Baixo

Ted Cruz e John Kasich - Os dois antigos candidatos presidenciais desistiram após a vitória contundente de Donald Trump no Indiana, uma semana depois de ter ganho cinco Estados. A saída de cena acontece porque o acordo estabelecido tinha como objectivo derrotar o empresário no Indiana, Oregon e Kentucky. Após o primeiro falhanço, nem Cruz nem Kasich mantiveram condições para continuar em frente. O governador do Ohio estava há muito tempo a mais na corrida, enquanto o senador do Texas andou iludido durante muito tempo. A partir de agora Trump corre sozinho contra Clinton.

sábado, 30 de abril de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Donald Trump/ Hillary Clinton - A maior distinção da semana repete-se pela segunda semana consecutiva. A grande vitória dos dois abre as portas da nomeação, em particular para Hillary Clinton, que está bem perto de conquistar o objectivo. O empresário e a antiga primeira-dama também já falam um para o outro. Isto é, os adversários não são os concorrentes directos nas primárias, mas o rival na eleição geral. 

No Meio

Governo - O executivo liderado por António Costa continua a ser vago nas questões orçamentais. Ninguém sabe o que vai acontecer e pior do que isso, aparece sempre mais uma medida que gera desconfiança em todo o lado, seja no parlamento, Conselho de Finanças Públicas, UTAO e Comissão Europeia. Nenhuma destas entidades avalia positivamente as medidas do governo, exigindo mais cortes. No entanto, Costa e Centeno temem dizer a verdade.

Em Baixo

Táxis - O protesto dos taxistas contra a UBER foi um autêntico fracasso. O sector não pode continuar a viver dependente das regras impostas pelos táxis. Tem de haver concorrência. As cenas de pancadaria contra motoristas da UBER é outro problema. A única forma de resolver a questão será criar legislação que permite a viabilidade das duas opções. 

sábado, 23 de abril de 2016

Figuras da Semana

Por Cima

Donald Trump/Hillary Clinton - A vitória nas primárias de Nova Iorque coloca os dois candidatos como os principais favoritos à nomeação. Trump e Clinton estão perto de atingir o número de delegados, sendo que, a antiga primeira-dama pode mesmo entrar em Maio como candidata democrata. Trump terá mais dificuldade por causa das movimentações no Partido Republicano e não devido à qualidade de Ted Cruz. Na terça-feira haverá mais momentum para o empresário e a ex-secretária de Estado. 


No Meio

Mário Centeno - O ministro das Finanças continua a ser uma incógnita. Em termos de discurso é uma nulidade e politicamente também não é competente. O caso BANIF prova que Centeno não tem qualidade para ocupar o cargo. As contradições e a falta de clareza nas respostas, por exemplo ao tentar arranjar piadas fáceis, não o beneficiam. Será o próximo governante do actual governo a bater com a porta.

Em Baixo

Dilma Rousseff -  A actual Presidente do Brasil será alvo de um processo de impeachment se o Senado aprovar por maioria simples a deliberação do Congresso. Na câmara mais importante, os deputados não tiveram qualquer duvida em colocar a Chefe de Estado perante uma situação delicada em termos políticos. Um ano e meio depois de ter sido reeleita, Dilma está entre a espada e a parede por ter protegido Lula da Silva. O problema de Dilma foi tentar proteger o amigo. 
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