Poema de André Rocha
quarta-feira, 5 de maio de 2010
6º Poema 2º fase - 2º tema - Natureza 4 elementos
quinta-feira, 22 de abril de 2010
2 fase 2Tema Natureza 4 Elementos Poema 4
Peço uma Mudança
Cá fora estou
Ausente de ti….Que Fascinante!
Caio de quatro
Enquanto te vejo percorrida
Por lágrimas ardentes atravessada
Tocar não me atrevo
Jamais enregelaria!Peço aos Deuses
Que te acodem
E desta tão pesada aragem te libertem.
Gás molesto e
Sufocada estás.Toma! Bebe deste líquido
Que te purifica
Sem sabor e incolor….
De ti surgiu
E lá de cima desabou!
BUM!Revolves comigo
De maneira tão hábil
Revolvemos contigo….
Pedimos aos Deuses
que nos impeçam de te revolverOh….
Caminhamos para a mudança
Agora sim…
Observo-te a girares
Em torno de uma nova dança. Poema de Yucania Cruzquarta-feira, 7 de abril de 2010
2 fase Tema 2 Natureza Quatro Elementos Poema 3
Quem dera, eu ser a Água, que se transforma em sangue.Que corre dentro de suas veias e, faz pulsar mais forte o seu coração...
...Numa noite de Amor!Quero ser o Sol, que aquece, e a Alma e enxuga os seus prantos,depois da despedida.Quero ser a Terra firme, onde você caminha como se fosse o seu Porto Seguro. Ser a chuva, que lava a sua alma, e purifica teu ser com a mais suave lavanda.Ser seu beijo doce e suave, na noite de lua cheia.Quero ser o Ar de respira, na calada da madrugada.Me envolver em teus braços, rolar no teu corpo inteiro, e fazer amor até o amanhecer!Quero Ser o teu Infinito e viajar, por toda a minha vida,no teu corpo nu nas noites de um grande Amor...
ser a sua melodia preferida, e sair pelas ruas da avenida,cantando sem parar...só para chamar a sua atenção...Quero ser seu poema preferido e declamar em cada por de sol...Quero ser... A sua Vida...E viver em tua Vida... Por toda a minha Vida.
Nestes quatro elementos da Natureza chamados: Ar..Fogo Terra e água..Tão importantes para nossa Vida!
Poema de Sandra Andrade www.sandraandrade8.blogspot.com
quarta-feira, 31 de março de 2010
2 Fase Tema 2 - Natureza 4 elementos Poema 2
Não chores aos pés do leito onde morro
Se em Ser (eu fui) chama qu’enlutou
As luas se sucedem
E da Primavera de nascer o Outono ceifou
Ontem fui caule verdejante,
da brisa
Neste grão de areia dou minha folha ao Cais de beber
Se vou findar na praia
Podiam certas, as ondas, me vir empurrar
E arrasta-me, ò Dor do Tempo
Que só partindo Homem te vou perceber
As luas se sucedem
E lento, o compasso, não deixa de mim sair
Em despedir-me corto o fio da Laranja
Que foi o Sol onde ceguei
Da Luz em sangue concebida
Jorram mil perfumes
Do ventre onde, Encarnado, nasci
O solo me engole
Por murmúrios prantos que não sabem desfolhar
Mas antes se dissolvem
Quem chora, quem chora? Porquê preces tecer?
Os braços do amado onde ansiei terminar
Se arqueiam, quebrando ramos
E já mais não tenho repulsa em arrefecer...
Se a Terra sabe Amar (e a Mar)
A maresia que provo não me é estranha
O fim é, sobremaneira, Salgado
E, morrendo, escorro para o Sul
Em finando me devolvo
Trespassando atavismos
A quem, de mim, se fizer
O féretro não guarda memória,
De madrugada doença pareceu se esquecer
Que é salubre a vida
Em ciclos e fins do princípio viver.
Poema de Francisca Soromento http://www.soromenhoontherun.blogspot.com/
quarta-feira, 24 de março de 2010
2 Fase Tema 2 - Natureza 4 elementos Poema 1
Poema de Helena Felix - 2º Poema da 2fase
quinta-feira, 18 de março de 2010
RESULTADOS ORDENADOS DO I CONCURSO DE POESIA "OLHAR DIREITO"
Resultados 2fase. Temas Ideias e Liberdades :
Francisca Soromenho - 9
André Rocha - 8
Luís Brandão - 8
Yucania Cruz - 8
Carlos Reis - 7
Sandra Andrade - 7
Helena Felix - 6
O Carlos Reis apesar de ter a mesma classificação que a Sandra Andrade conseguiu, naquilo que é o meu entender, um poema mais completo.7º Poema 2Fase - Tema Ideiais e Liberdades
Liberdade de ser
Liberdade de pensar
Liberdade de falar
Liberdade de agir
Liberdade de ser ou não ser,
De ser diferente ou igual,
Livres de máscaras e fingimentos.
Liberdade de pensar
A mente é o único lugar em podemos ser realmente livres.
Mas não somos. A mente é o único país em que o carrasco e a vítima, o censor e censurado são a mesma entidade.
Censuramos os nossos pensamentos matando-os á nascença
Por falsos moralismos, preconceitos, e medo.
Liberdade para falar,
Falar sobre tudo e sobre nada.
Expressar uma ideia é semear a mudança. Uma ideia muda uma vida, uma ideia muda o mundo.
Não nos amordacem!
Liberdade para agir Liberdade para escolher, para ir ou ficar, para construir ou destruir, para mudar ou ficar igual,
para fazer ou não fazer.
Liberdade para mudar o mundo!
Idealizo um mundo não perfeito,
Mas livre do preconceito.
Em que cada um possa ser aquilo que é.
Porque o diferente é excitante, o estranho é exótico.
Não me atrevo a idealizar um mundo perfeito.
Oh! Censurei-me!
Poema de Carlos Reis
quarta-feira, 10 de março de 2010
6º Poema 2fase - Ideias e Liberdades
Poema de Luis Brandao
quarta-feira, 3 de março de 2010
5º Poema da 2Fase - Ideias e Liberdades
Ajuda-me
Ajuda-me nesta noite
Em que me impedem de ser eu
E que a vontade me prendem.
Abafam-me a voz
Sufocada na veloz roda gigante
Rolando superiores
Que agonizante repressão... .
Ajuda-me...
A um passo estás
Ajuda-me
Também os sinto...
Vamos lutar
Desbravar todas as barreiras
Para um dia sermos aceites Sermos nós
Pois...
Sinto-te liberdade efervescente
Na minha quente pele
Sabendo que por ela sou diferente
Ajuda-me Quero ser eu
Poema de Yucania Cruz
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
4º Poema 3fase - Tema Ideias e Liberdades
Longe
Tenho quartos claros, na moradia escura que sou.
Quedo-me nos cantos e encontro nas esquinas a partida,
Sou recortes esquecidos, e vendo-me aos bocados,
Ao preço certo, até dou a troco a própria a vida.
Quando acordo
Encontro muro
s que latejam, sem fôlego nem solução
E resolvo-me por papéis que não têm estrada
Mas antes suam um eterno nada, que não me parece satisfazer.
E esqueço-me então do retumbar solene do relógio da cabeceira
Que se adensa na minha carne,
E sangro dos veios da madeira
- que em verdade são mais meus que a minha própria circulação.
Hoje é de madrugada
E já se passaram vinte e seis horas de um dia.
Guardo sons e clamores amordaçados
Debaixo do tecto que ruirá sobre a dor que eu sentia.
Não há tempo.
Não tenho casa.
Matei os deuses que adorei em existência,
Escondo-me do sol debaixo da asa
De uma eterna, imensa complacência
Que parece esquecer-se de que o que eu mais queria
Não era sobreviver, mas ao Ser glorificar a própria vivência
Que não faz sentido sem ti como companhia.
Quando é que te vejo?
Na obscuridade profunda em que te escondes
Que é quem eu fui e quem eu lamento
Na pior das hipóteses, é meu ser incorpóreo o derradeiro desalento
Porque estou sem forças nem tenho matéria para vencer.
À hora dos finados, eu busco
Sondo campas e sepulturas
Procuro-nos a nós enterrados
E dormindo quietos, tendo por mortalhas todas as amarguras
De quem só na Morte nos conseguiu prender.
A vida foi-me injusta.
Deu-me todos os “ores” da finitude;
Dissabores, dores, horrores
E em infinita graça até os amores
Não houve nada para além da juventude, que valha a pena recordar.
Atravesso então, agora
Em 744 dias de zombar sem caminho
Encontrei apenas um buraco negro comigo
Do que um dia foi o que eu amei.
A História goza com a minha solidão:
levaram-me tudo.
As glórias e os insucessos que tive
Em boa análise, só me fizeram sofrer.
E na nudez do limbo em que me encontro
Não vejo inocência mas rancor
Dos despojos em antemão retirados
Na derradeira luta em que me irão fazer perder.
Sou um nada errático e dormente
Pairo espectral entre toda a gente
E ensurdeço no silêncio em que me afogaram.
Não levo para o outro lado a alegria
Nem o prazer, nem a euforia
Em que me levaram a acreditar.
Não levo sequer o que fui, nem as causas porque lutei
Nem as memórias em sinestesia do que gostei,
Mas o amor que nesta vida dei
Sem esperar nada em troco receber.
Por quem os sinos dobram?
Não sei. Mas por mim, não é de certeza.
Poema de Francisca Soromenho
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
3º poema 2fase - Ideias e Liberdades
Poema de Sandra Andrade (www.sandraandrade8.blogspot.com)
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
2ºPoema da 2 fase : Ideias e Liberdades
Ideias e Liberdades
os Equinos!
Poema de Helena Felix
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
2 fase - Tema 1 Liberdades - Concorrente Nº1
Poema de Andre Rocha
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Resultados 1ªfase - Concurso de Poesia
- Francisca Soromenho com Graphic Lyrism 3 pts
- Andre Rocha com Catharsis 2,8 pts
- Luis Brandao com Ópera Anónima com 2,6 pts
- Sandra Andrade com Momentos 2,2 pts
- Carlos Reis (exaqueo) com Desvarios 2,2 pts
- Michele Alexandra Gomes com Saber Amar 1,8 pts
- Yucania Cruz com Procura Absoluta da Humanidade 1,6
- Helena Felix com Bruxas 1,6
- Luis Filipe Pereira Reis com Querer 1,4 pts
- Andreia com Minha fonte de Inspiração 1,4 pts
Passam os oito primeiros à Segunda fase do concurso.
Resta -me agradecer a participação de todos e em especial ao Luis Filipe Reis e à Andreia.
Na Segunda Fase, que começara logo no dia 5 de Janeiro eis as regras:
- Cada um publicará dois poemas. Os temas serão divulgados oportunamente. Os poemas serão divulgados alternadamente para dar possibilidade aos concorrentes de melhorarem a sua performance no segundo poema.
- Só saberão o resultado dos poemas no fim de cada ronda. No fim da primeira ronda de poemas e que vão saber os resultados. Embora a Marta possa comentar. E no fim da segunda serão feito os resultados finais. Da primeira e Segunda ronda conjuntamente. Todos saberão os resultados no próprio dia.
- Passam os primeiros 5 classificados.
Oportunamente enviaremos um email para saberem os temas e a data das publicações.
Nota: Como tiveram oportunidade de reparar, os poemas não foram publicados na data por mim indicada. Peço desculpa pelo facto. Na 2ªfase, os poemas serão publicados no dia exacto.
Agora tenham um bom Natal e começem a pensar nas vossas obras...
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Ópera Anónima - 11ºPoema
Poema de Luis Brandão
sábado, 5 de dezembro de 2009
Minha fonte de Inspiração - 10ºpoema
Preciso de ter contacto com ela
Para sentir sua voz e seu toque
Para que possa transmitir isso
Em meu caderno
E com minha caneta
Escrever sua beleza
Em minhas palavras
Mas o seu toque feminino
É tão doce que me derreto num olhar
E deixo minha imaginação apoderar-se
De minha caneta
E escrever tal perfeição
Em mínimas letras
Tento seu nome escrever
Mas é demasiada a sua importância
Demasiada para ser
Jamais minha ignorância
Que beleza em pessoa
Que enaltece qualquer ser
Deixa minha cabeça à toa
Sem saber o que escrever
No seu rosto
Quero passar minha mão
Mas o brilhar dos seus olhos é ofuscante
Que deixa meu coração
Em ansiedade constante
Sua face me fascina
E perfeitas são as suas saliências
Quero tocar-lhe
Quero dizer-lhe
Como ela é minha essência
Essência do meu viver
Que jamais sairá
Deste saber
Que ninguém mais do que eu a amará
Poema de Andreia
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Querer - 9ºpoema
Quero contigo adormecer
Poema de Luís Filipe Reis
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Momentos - 8ºpoema
Poema de Sandra Andrade
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Saber Amar - 7º Poema
Poema de Michele Alexandra Gomes
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Desvarios
Desvarios
O mundo gira.
O quarto gira.
Tudo gira á minha volta.
Borboletas de mil cores rodopiam ao meu redor deixando atrás de si rastos de luz cintilante
Sento-me na cama, ela baloiça, canoa nos braços das ondas de tempestade.
Tudo é neblina de um cinzento espesso. Ouço gritos de gaivotas e vozes de comando.
Uma luz rompe o nevoeiro, aproximando-se numa estranha dança. Baloiçando de cima para baixo e de baixo para cima.
Aproxima-se cada vez mais e a canoa volta-se.
Mergulho no mar gelado mas afogo-me num mar de lençóis de cetim.
Estou salvo!
Deitado em cima da cama mantenho ainda nos lábios o sabor do mar salgado.
Sou invadido por uma estranha tranquilidade que se transforma em leveza.
A minha cabeça, os meus braços, o meu tronco, as minhas pernas, flutuam no ar.
Num passe de magia atravesso paredes e alcanço a liberdade dos céus
Abro os braços e deixo-me levar, folha ao vento.
Voo lentamente por cima de casas, de árvores, acima das nuvens em direcção á lua que me revela timidamente a sua face.
Estendo a mão para tocar-lhe e ai caio, vertiginosamenteeeeeeeeeeeeeeeeeeee.
Caio, até que subitamente aterro em mim, deitado em cima da cama.
poema de Carlos Reis

