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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Resposta rápida à Coreia do Norte

A displicência com que a comunidade internacional ignorou o poder nuclear da Coreia do Norte nos últimos anos está a ter consequências negativas.

Os Estados Unidos nunca quiseram assumir a responsabilidade de colocar um tampão nas iniciativas norte-coreanas por causa da influência que Pequim exerce na região. A solução diplomática poderia ser uma possibilidade caso tivesse havido interesse em integrar Pyongyang. No entanto, a atitude bélica do regime nem sempre convidou a grandes conversas. 

Após várias ameaças a única solução passa por uma intervenção militar, mas não levada a cabo pelos norte-americanos. Os países da região como o Japão e a China precisam de actuar com urgência porque o perigo é maior para aquela zona do que em relação aos Estados Unidos. O verdadeiro inimigo dos norte-coreanos está nas redondezas. 

Caso Washington entregue o problema a Pequim seria uma forma de perceber em que lado está o regime chinês. Não é possível continuar a aceitar a presença desta permanente ameaça, sobretudo de um líder que parece divertir-se cada vez que lança um míssil. 

Não é fácil entender qual é a primeira intenção de Pyongyang, mas seja o que for já se pode concluir que a segurança mundial volta a estar em causa.

2 comentários:

João Menéres disse...

O perigo começou com a fraqueza de Obama !
Agora, além da China, é preciso a cooperação da Rússia, pelo menos a sua total neutralidade.
Com tarados não se pode pactuar nem adiar uma atitude firme.

Francisco Castelo Branco disse...

Concordo.

Obama desinteressou-se pelo problema, mesmo apoiando militarmente a Coreia do Sul. No entanto, deveria ter tentado alguma solução diplomática como fez com alguns tradicionais inimigos dos EUA

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