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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Ano 2013: Mudanças na Igreja Católica

As crises no governo liderado por Passos Coelho com a demissão de Vítor Gaspar e a ameaça de Paulo Portas não são mais importantes que as mudanças na Igreja Católica.

Em primeiro lugar, porque o Papa Bento XVI renunciou ao mandato, o que aconteceu pela primeira vez na história. 

Em segundo, a nomeação de Francisco I trouxe verdadeiras alterações que já se estão a sentir. Georgio Bergoglio garantiu maior transparência no discurso da Igreja. As constantes quebras de protocolo podem ser notícia, mas o mais importante é o objectivo do conteúdo do discurso papal. 

A característica que mais deve ser apontado ao mandato do actual Papa é a inclusão. A Igreja Católica deixou de ser uma instituição apenas ao serviço dos crentes, mas também acolhe os que não acreditam e mesmo as outras religiões. 

O diálogo inter-religioso deve ser a prioridade nos próximos anos sobretudo numa altura em que o terrorismo islâmico utiliza a religião para justificar actos contra os cristãos. 

O pontificado de Francisco I também não vai durar até ao final da sua vida, pelo que, poderão haver dois Papas eméritos. 

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