Etiquetas

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A união ainda faz a força

Na semana que termina com as eleições autárquicas, mais desinteressantes de sempre, talvez por causa dos jogos de futebol que se realizam nesse dia, é esperado um ataque muito forte dos partidos do governo ao PSD.

Os resultados esperados não são bons para os sociais-democratas, confirmando a má tendência das eleições em 2013. A maioria dos autarcas eleitos há quatro anos vão ser reconduzidos nos cargos, sendo que, as mudanças só vão acontecer em 2021 numa altura em que muitos também não se podem recandidatar. 

Na noite eleitoral e nos dias seguintes o principal alvo a abater será o líder do PSD. Passos Coelho será colocado em causa por comentadores e alguns militantes que desesperam dar a habitual facada nas costas. No entanto, nos últimos tempos os maiores adversários políticos estão na oposição. 

Os líderes do PS, BE e PCP tentam criar instabilidade no PSD porque temem defrontar nas próximas legislativas o vencedor das duas últimas, pelo que, até ao congresso social-democrata que vai reconduzir Passos Coelho na liderança o barulho será constante e, mais do que isso, a geringonça, com António Costa à cabeça, irão cantar de galo.

Por mais desconfiança que exista relativamente à capacidade da actual liderança dentro dos sociais-democratas os comportamentos estão a ser correctos, tirando alguns comentadores que nunca chegaram a primeiro-ministro. Não acredito que em seis meses haja uma candidatura capaz de derrubar Passos Coelho. Nenhuma seria competente para vencer António Costa e o actual líder social-democrata conseguiu. 

A postura do PSD tem sido exemplar ao se manter, na sua maioria, ao lado de um líder que tem provas dadas no partido e no país.

Sem comentários:

Share Button