A reeleição de Barack Obama na Casa Branca acaba por ser um acontecimento natural tendo em conta a história da política norte-americana dos últimos anos. O democrata ganhou as primárias sem oposição, já que, costuma ser a prática sempre que um Presidente se recandidata. Nas eleições gerais derrotou Mitt Romney por uma grande diferença.
O segundo mandato de Obama é mais virado para a política externa com o reatamento das relações com Cuba, a assinatura do acordo de Paris relativamente às alterações climáticas e a confirmação que a Rússia é o principal inimigo dos Estados Unidos.
A eleição de Xi Jinping para a liderança do Partido Comunista Chinês é mais importante que a continuidade de Obama em Washington. Xi Jinping só substituiu o presidente Hu Jintao em 2013, mas também começaram a sentirem-se mudanças, sobretudo na aproximação aos Estados Unidos. A China começou a investir na Europa, além de ter contribuído para o acordo celebrado em Paris 2015.
Numa altura em que as grandes potências definiam as principais orientações, a Europa continuava mergulhada numa crise financeira sem fim à vista. A Grécia e Portugal estavam sob alçada da troika, mas os alarmes voltaram a soar com os resgates a Espanha e Chipre. Apesar de serem menos graves que as situações portuguesas e gregas, começou novamente a se falar em efeito dominó.
O desporto mundial teve de engolir os casos de doping dos ciclistas Lance Armstrong e Alberto Contador. O norte-americano confessou que tomou substâncias proibidas durante os anos em que venceu o Tour de France. O espanhol também acabou por ser apanhado depois de ter conquistado a prova francesa pela terceira vez em 2010.

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