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segunda-feira, 29 de maio de 2017

As migrações actuais impedem respostas solitárias dos governos

Os fluxos migratórios ocorridos nos últimos anos estão a mudar o mundo. A deslocação de pessoas ocorre não apenas por questões relacionadas com a guerra, mas também devido a outras razões, como as alterações climáticas. 

As constantes mudanças que originam migrações não estão a ser acompanhadas pelos governos, já que, existe falta de preparação para os principais problemas que causam constrangimentos nas vidas das pessoas. 

Independentemente da causa, as populações são as que mais sofrem, mas os países desenvolvidos também vão ser afectados porque serão o porto de abrigo, como se viu no recente fluxo de migrantes par a Europa. Ou seja, uma inundação numa ilha não tem consequências só naquela localidade. 

A velocidade também impede que se tomem soluções acertadas. A era da tecnologia trouxe conhecimento em tempo real do que se passa na China, Índia, Portugal ou Nepal. Quanto mais rápido tiver que se actuar, dificilmente consegue chegar a uma opção que agrade a todas as partes. Por exemplo, se a população da ilha tiver que se deslocar rapidamente não há tempo para se decidir sobre a hospitalidade dos novos vizinhos.

Os factores referidos são importantes, mas a imprevisibilidade impede que se possa saber onde se vai realizar o próximo atentado ou inundação, pelo que, não se podem preparar planos alternativos. 

Os executivos deixaram de conseguir responder a todos os problemas decorrentes das migrações, precisando da ajuda das organizações humanitárias, pelo que, não existem condições para a portar continuar fechada. O tema não pode ser resolvido por cada um, mas em conjunto, como acontece com o ambiente.

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