segunda-feira, 1 de maio de 2017

Ano 2010: Pedro Passos Coelho chega ao poder no PSD

As eleições internas no PSD em 2010 marcam o início de uma nova era na política em Portugal. A vitória de Passos Coelho não pode ser encarado como mais um líder que chegou ao poder. A partir dessa data, Coelho ganhou três actos eleitorais no partido, sendo que, na última novamente como líder da oposição e duas eleições legislativas. Durante o percurso derrubou José Sócrates do PS e venceu António Costa, embora a história tenha mantido o antigo presidente da Câmara de Lisboa como líder socialista.
A longevidade de Coelho não tem nada a ver com a duração de Portas no CDS. O líder social-democrata apenas perdeu as eleições internas de 2008 na primeira aparição. 

O país preparava-se para eleições legislativas antecipadas por causa da crise financeira que se adivinhava. A Grécia já estava em default e os analistas previam que os próximos fossem a Irlanda e Portugal. As movimentações políticas seriam ao nível das candidaturas para a presidência da República, com Cavaco Silva a recandidatar-se contra Manuel Alegre e Fernando Nobre. 

No Reino Unido também emergia um política que só soube vencer. David Cameron ganhou as eleições gerais em Inglaterra, mas sem maioria absoluta, necessitando do apoio dos Liberais-Democratas de Nick Clegg. Cinco anos depois mais um triunfo eleitoral, embora com o poder absoluto.

No Brasil, Dilma ganhou tranquilamente, passando a ser uma presidente respeitada no país. 

Ao longo do ano alguns acontecimentos captaram a atenção de todos, como o resgate de 33 mineiros chilenos com direito a presença do Presidente do país e o polvo Paul que acertou em quase todos os resultados do Mundial 2010. O certame na África do Sul consagrou a Espanha como a melhor potência futebolística do planeta. A selecção nacional saiu sem honra nem glória, tendo terminado a obsessão por Carlos Queiroz.

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