terça-feira, 30 de maio de 2017

A União Europeia continua a ser o alvo de todas as críticas

As críticas à forma como a União Europeia geriu o dossier dos refugiados continua a merecer críticas de todos os quadrantes, dentro e fora do espaço europeu. 

A ajuda dada por muitos países não tem sido valorizada, sendo preferível apontar o dedo aos prevaricadores. Neste aspecto, o Leste europeu está debaixo de fogo, ao contrário do sul da Europa que merece elogios, sobretudo Portugal e Espanha. 

As decisões relativamente aos refugiados deveriam ser tomadas colectivamente e não individual como tem acontecido nalgumas ocasiões. No entanto, também se percebe as posições que visam proteger as populações. 

O que interessa é entender a forma como a União Europeia vai responder ao problema sem continuar a ser alvo de críticas por parte de todos os actores. Por um lado, não se pode fugir ao acolhimento porque chegam barcos todos os dias ao sul da Grécia e de Itália. Por outro, o continente europeu não tem de permanecer como porto de abrigo de milhares de pessoas. Tendo em conta que se tem olhar para as duas hipóteses, a resposta nunca pode ser fechar as portas ou deixar entrar todos os que procuram a Europa para viver. 

A solução passava por criar critérios para aceder a determinados direitos, à medida que a integração se concretizava. Apesar das desvantagens e vantagens, seria a melhor de evitar fechar as portas ou correr riscos se todos pudessem entrar.

No plano politico, a União Europeia, incluindo os países mais acolhedores, sofrem pressões para adoptar a segunda solução. Ou seja, abrir totalmente as portas. 

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