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quinta-feira, 11 de maio de 2017

A má opção de Cristas

A prestação de Assunção Cristas no debate quinzenal foi deplorável. A líder do CDS está a perder tempo ao fazer campanha para a autarquia de Lisboa ao mesmo tempo que exerce as funções de presidente. 

A melhor forma de se concentrar no primeiro objectivo a curto prazo seria delegar a liderança num membro da direcção para tentar conquistar votos do CDS em Lisboa e não apenas testar a condição de líder. 

O CDS poderia ser um grande partido dos centros urbanos, mas como Cristas tem exercido dois cargos, dificilmente o pouco eleitorado conquistado nas autárquicas vota no partido daqui a dois anos. 

A proposta para aumentar o metro de Lisboa em 20 estações é ridícula. A cidade não comporta nem necessita de tantas linhas. O problema é que Cristas não tem modo de fazer oposição a Fernando Medina porque as recentes obras melhoraram a vida das pessoas. 

A triste figura também beneficia Teresa Leal Coelho, que se manteve quietinha no parlamento. 

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