quarta-feira, 5 de abril de 2017

Quando sai o dirigente europeu com o nome esquisito?

As declarações do presidente do Eurogrupo sobre os países do Sul da Europa continuam a gerar revolta por parte de alguns dirigentes nacionais.

Também no círculo europeu as pressões costumam dar resultados. Pelo menos, essa é a estratégia do primeiro-ministro e certamente do Presidente da República. O problema é que as vozes portuguesas não podem ficar sozinhas no pedido de demissão ao ex-ministro holandês. Tem de haver uma união de esforços para Jerome sair a bem.

A política também se faz deste tipo de situações. Seria bom para Portugal ser o principal responsável da demissão de Dijsselbloem porque significava uma vitória dos países atingidos por aquelas frases. No entanto, a acção portuguesa tem de ser mais visível e não pode apenas cingir-se a um pedido de demissão. 

As desculpas do líder do Eurogrupo ficam bem na fotografia, embora sejam para despachar e tentar encerrar o assunto. O governo português tem de saber gerir o dossier sem criar um fait-diver para distrair a opinião pública. 

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