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sexta-feira, 14 de abril de 2017

As barreiras colocadas pela Rússia e China às intenções norte-americanas

A tensão internacional, sobretudo entre os Estados Unidos e a Rússia é preocupante porque as divisões diplomáticas passaram para o campo militar.

Neste momento, o futuro da segurança do mundo depende do que se passar na Síria. A manutenção de Bashar al-Assad no poder não é sinónimo de estabilidade, mas a saída significa dar possibilidade aos terroristas de controlarem o país. 

As grandes potências ainda não perceberam qual é a melhor solução para a paz, pelo que, condenam tanto o regime como as forças radicais que tentam ocupar o poder. Não é por acaso que a Rússia e os Estados Unidos estão interessados na Síria. Qualquer que seja o resultado final, os dois irão manter-se naquela zona do globo através de uma forte presença militar. Os norte-americanos deixaram de estar sozinhos na condução dos destinos do Médio-Oriente. 

Por causa das questões do Médio-Oriente haverá problemas noutras zonas do globo como na Ásia devido à ameaça norte-coreana. Nesta zona, os Estados Unidos querem impor a segurança pela força, mas a oposição da China é mais um entrave à estabilidade.

Os Estados Unidos dificilmente conseguem impor a lei e ordem na Síria e na Coreia do Norte. Uma solução concertada é a melhor forma de ultrapassar as barreiras colocadas pela Rússia e China. A União Europeia poderia ser uma boa aliada, mas as divisões impedem que qualquer solução seja adoptada. 

Os velhos aliados locais também desconfiam das intenções de Trump e recuam no apoio. 

Os primeiros meses de Trump na condução da política externa mostram que a diplomacia de Obama foi substituída pelas ameaças militares. 

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