quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Uma geração de líderes sem visão para a Europa

Os líderes europeus assistem impávidos e serenos às mudanças políticas no continente e não só. O problema não tem a ver apenas com arrogância, mas está relacionado com a falta de competência. A nova geração de líderes não está devidamente preparado, já que, chegou ao poder bastante cedo. 

A Europa e a União Europeia sente falta dos grandes nomes que construíram ideias e projectos em prol dos cidadãos europeus. Apesar da alternância de poder, havia sempre um denominador comum: o interesso europeu.

Actualmente, o que importa é dominar as políticas e impô-las a todos como se a Europa fosse uma Federação. Ora, a tentativa de copiar o modelo norte-americano é o maior erro que os dirigentes europeus cometem. 

Os últimos presidentes franceses e alemães criaram um diktak que prejudicou não só a relação entre os países, mas também as próprias instituições europeias. A revisão dos tratados reforçou a capacidade dos órgãos, mas na realidade ficaram com menos poder. As várias cimeiras também não servem para nada porque as decisões são sempre adiadas para os próximos encontros. 

O cumprimentos dos tratados é importante, mas não podem ser vistos como uma constituição supra-nacional. 

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