A morte do Rei D.Carlos em 1908 ainda indigna os monárquicos portugueses.
A forma como os republicanos decidiram acabar com um regime nunca será perdoado por todos os descendentes das famílias monárquicas, nem pelos que aderiram ao movimento, mesmo não tendo sangue azul.
Num país com muitos séculos de monarquia é normal que o fervor perdure durante muito tempo. As discussões e a reivindicações nunca serão apagadas, apesar das gerações mais novas terem nascido na república e em democracia.
É verdade que existem monarquias constitucionais, mas o modelo de poder absoluto é o que faz mais sentido, já que, garante ao monarca poder legislativo, executivo e judicial. Se as funções estão distribuídas a figura real não passa de meramente decorativa, tendo inexistência política.
A república não é um sistema infalível, mas assegura que as pessoas possam escolher através do sufrágio universal.

3 comentários:
A mim custa-me acreditar numa "democracia republicana" nascida de um assassinato à traição...
As Monarquias sempre foram constitucionais, foi apenas por um curto período que houveram Monarquias Absolutas.
A Monarquia Constitucional Parlamentar não toma todos os poderes do Rei. Dependendo da nação o Rei ainda possui poderes só não são absolutos.
Algumas Monarquias possuem a Prerrogativa Real
No Brasil, existia o poder moderador.
E na Espanha, o Rei é o comandante geral das forças armadas. Não sendo nada decorativo mas sim funcional
Estude um pouco mais sobre Monarquias e descubra que elas não são apenas regimes absolutos em que o Rei é soberano. Existe muito mais que isso, um exemplo é a Monarquia Britânica ou ate mesmo a curta Moanrquia Brasileira
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