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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

A constante tentativa de eliminar politicamente Passos Coelho

O principal desporto de alguns comentadores é bater politicamente em Pedro Passos Coelho. Tem sido assim desde o início da aventura política em 2008 com a apresentação da candidatura a líder do PSD. A partir desse momento houve apenas uma derrota eleitoral na primeira tentativa de chegar ao poder no PSD.

As duas vitórias eleitorais em 2011 e 2015 não foram suficientes para reconhecerem valor no actual líder social-democrata, bem como as inúmeras conquistas dentro do partido, que impediu vários militantes de se candidatarem, como aconteceu com Rui Rio. O principal problema do antigo presidente da Câmara Municipal do Porto chama-se Passos Coelho. Rio sabe que não consegue chegar à liderança nestas condições.

As críticas à liderança de Coelho são constantes porque é um hábito criado desde o princípio. Neste momento, é o alvo mais fácil, já que, os números estão todos contra si. No entanto, não me lembro de haver tanta união nos sociais-democratas à volta de um líder. 

A política nacional é pródiga em arranjar inimigos comuns, sendo que, enquanto não se "eliminar" politicamente alguém ninguém descansa. Note-se que Marcelo Rebelo de Sousa não é alvo de críticas porque tem boa imprensa. 

Na minha opinião seria bom Passos Coelho ter um concorrente nas próximas eleições internas para aferir da capacidade de liderar o país um ano depois do acto eleitoral no PSD. Pode ser que com isso conquiste respeito...

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