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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Ensaio sobre a Integração Europeia III parte

1.3 Mercado Único

O estabelecimento do Mercado Único permitiu uma maior integração europeia porque todos os cidadãos puderam viver noutro país da União Europeia como se estivessem no Estado de origem. A abolição de fronteiras, nos mais diversos domínios, contribuiu para a melhor convivência entre as populações dos diferentes países, mas também para o intercâmbio de culturas e experiências, além do crescimento da economia dos Estados-Membros, mas também da União Europeia.

A principal vantagem do Mercado Único foi a livre circulação de pessoas, bens, serviços e capitais permitindo mais possibilidades em todas as áreas. Os estudantes formaram-se noutros países, as empresas expandiram os negócios aumentando a concorrência no espaço da União Europeia, os viajantes não necessitam de possuir o passaporte e o comércio passou a ser completamente livre. No entanto, existem outros benefícios que são menos divulgados como a possibilidade de recorrer à resolução alternativa de litígio, aumento do comércio electrónico e os contratos públicos também ficaram mais rentáveis. A nível de transportes, duplicaram as rotas entre as transportadoras aéreas europeias.

O Mercado Único Europeu foi criado em 1992 pelo Tratado da União Europeia em Maastricht, sendo que, na altura estava acessível a 345 milhões de pessoas em doze países, e neste momento, abrange mais de 500 milhões de cidadãos europeus dos 28 Estados-Membros. 

Continua na quarta-feira com o tema "Moeda Única"

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