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sábado, 3 de setembro de 2016

Entrevista a Bárbara A.Santos




A modelo Bárbara A.Santos abre a porta do mundo da moda ao OLHAR DIREITO. O conceito, as vantagens e desvantagens de ser manequim, bem como outros aspectos. A manequim também revela os projectos que tem na área da comunicação social.

 Como nasceu o gosto pela moda?

Nasceu há três anos, mas comecei a fazer moda aos 14 por influência da minha mãe. Quando pensei em desistir, percebi que amava esta área.  Cada vez que vestimos um coordenado diferente, estamos a interpretar papéis.

Tens outras actividades?

Sou apresentadora do programa “Ritmos Atuais” e ao mesmo tempo repórter para outro do programa da TV Yeto, uma televisão francesa, que faz a ponte com Angola. Além disso, sou directora criativa da revista F Magazine Luxury que está relacionada com moda, viagens, tecnologia, lifestyle luxuoso… É uma revista que pretende conquistar o público feminino e masculino. Circula em Portugal e Angola.

Em que projecto tens estado mais focada?

Neste momento, o que ocupa mais tempo na minha vida é a televisão, a revista e o restaurante “SushiFashion”, no qual sou relações públicas. No entanto, tenho feito alguns desfiles em Portugal e Paris.

Quais as diferenças que existem em Portugal e França?

Fora de Portugal o profissionalismo é maior pela forma como trabalham, como somos tratadas. Em Paris, os desfiles têm uma dimensão maior, por todos os aspectos a eles inerentes. Mas Portugal é sempre Portugal, por tudo o que para mim representa.

Quais as principais qualidades da nossa moda?

A moda em Portugal tem bastante qualidade. Os nossos estilistas conseguem ser tão bons ou melhores do que os franceses. No entanto, ainda não apostam no mercado estrangeiro.

Deveria haver mais apoios?

A moda é uma forma de arte. O Estado deveria dar mais apoios como acontece noutras áreas.

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