sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Campeões planetários para a história

Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro ficam na história como os últimos de dois grandes campeões. O norte-americano Michael Phelps e o jamaicano Usain Bolt dizem adeus à competição mais importante do Mundo, sendo que, os dois saem com medalhas e recordes difíceis de bater nas próximas duas décadas.

Não acredito que algum atleta consiga obter 28 medalhas, mesmo participando em várias edições dos Jogos Olímpicos. O feito de Phelps ficará para sempre na história do olimpismo e do desporto mundial. Se os Estados Unidos quiserem continuar a dominar o quadro de medalhas têm de repescar o nadador para a estrutura desportiva. De certeza que Phelps vai ficar ligado ao desporto porque será uma boa forma do desporto norte-americano conquistar novos praticantes. No fundo, é o que falta às modalidades portuguesas para conseguirem atrair mais pessoas. 

O jamaicano Usain Bolt corre para ficar na história. A humanidade não encontra ninguém que seja mais rápido do que Bolt. O título "homem mais rápido do Mundo" terá sempre a marca do jamaicano. A partir de agora quem correr os 100m tem de conviver com a sombra de Bolt porque o vencedor das provas não irá bater o recorde mundial. 

Os dois campeões deram uma enorme lição ao mundo do desporto e não só. Quiseram ficar na história, ser sempre melhor que os outros, tendo mantido o mesmo nível nas últimas edições dos Jogos. Podiam continuar, mas saem num momento em que a atenção mediática se concentra apenas neles. Merecidamente são alvo de manifestações nos quatro cantos do planeta. 


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