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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Regresso ao conservadorismo de Thachter

A segunda ronda da corrida à liderança do Partido Conservador garantiu a passagem à final de Theresa May e Andrea Leadsom. O ministro da Justiça, Michael Gove, acabou por ser eliminado depois de ter sido o responsável pela desistência de Boris Johnson, mas também um dos rostos da campanha elo Brexit.

No dia 9 de Setembro, os conservadores irão saber quem lidera o partido e o Reino Unido fica com um novo primeiro-ministro. Ou seja, uma nova chefe do governo porque a escolha será entre Andrea Leadsom e Theresa May. As duas têm ideias conservadoras, apesar de terem estado em diferentes pólos no último referendo, além de também serem membros do actual governo britânico. 

O Reino Unido voltará a ser governado por uma mulher, mesmo durante pouco tempo, se houver eleições gerais antes de 2020, o que significa um novo estilo em Downing Street. As mudanças poderão ter algum significado externo se Hillary for eleita presidente dos Estados Unidos. No entanto, é óbvio que a abertura demonstrada por David Cameron durante o mandato e meio não tem a mesma expressão com a nova liderança. Haverá quem faça comparações com Margaret Thachter, em termos políticos e estilo. 

A saída do Reino Unido da União Europeia obriga a mudanças nas políticas internas e nas relações externas. Dificilmente iremos contar com o Reino Unido na Europa. 

A avaliar pelas primeiras impressões temos duas candidatas que vão fazer regressar o velho conservadorismo britânico dos anos 80.

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