O antigo presidente da Câmara de Londres não será candidato à liderança do Partido Conservador, pelo que, não será agora que chega a primeiro-ministro. A vitória no referendo era a rampa de lançamento para Boris Johnson chegar ao número 10, mas o ministro da Justiça, Michael Gove, trocou as voltas a ex-autarca.
De facto, Johnson tinha de entrar na campanha como o rosto do Brexit e aquele que iria conduzir as negociações entre o Reino Unido e a União Europeia. No entanto, alguém tramou as intenções de Johnson. De certeza que alguém ligado a Michael Gove, esteve por detrás desta tramóia. O mais interessante foi ouvir Gove dizer que não queria ser primeiro-ministro porque não tinha capacidades para o cargo. Afinal.......
Não havia espaço para os dois principais rostos dos conservadores eurocépticos serem candidatos. Gove adiantou-se e Johnson teve que se retirar porque não iria ter o apoio de todo o sector do partido, além do próprio ministro da Justiça. Gove tem espaço para colocar as ideias que tem para o futuro do Reino Unido fora da União Europeia.
Os passos dado por Gove mostram que a candidatura já estava a ser preparada caso o Brexit vencesse. Num curto espaço de tempo, Gove despachou Cameron e Boris Johnson, mas ainda falta vencer Theresa May.

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