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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Rumo à Casa Branca

As primárias no Indiana confirmaram a supremacia de Donald Trump face à restante concorrência. A derrota de Ted Cruz tem maior significado porque o senador do Texas investiu naquele Estado, tendo realizado um acordo para Kasich não fazer campanha, o que aumentava as hipóteses dos adversários do empresário. O plano saiu gorado porque Trump obteve mais de 50%. Sendo assim, Cruz não pode cumprir o acordo que inclui abster-se de realizar comícios no Oregon. 

Não há dúvidas que os norte-americanos escolheram os preferidos. A eleição de Hillary era uma certeza, embora Sanders tenha dado uma resposta positiva. Nos republicanos Trump foi uma verdadeira, mas a desilusão coube à máquina do partido porque não soube encontrar os candidatos adequados. Se o milionário for eleito Presidente, não estamos perante a recuperação do poder na Casa Branca pelos republicanos. Independentemente dos resultados, o Partido irá sofrer convulsões internas graves que pode originar mais forças nos Estados Unidos.

Na minha opinião, a candidatura de Trump baralhou as contas do establishment, mas também registou uma certeza. Neste momento, o empresário é o único com capacidade para se bater com Hillary Clinton porque o velho conservadorismo norte-americano não vence a esquerda liberal. 

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