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domingo, 22 de maio de 2016

Olhar a Semana - Dos líderes fracos não reza a história

Nos últimos tempos verificamos a ascensão ao poder de vários líderes fracos. Nos Estados Unidos a campanha eleitoral para a Casa Branca foi desastrosa e mesmo que os norte-americanos tenham de escolher entre Hillary Clinton não vão ficar bem servidos. É provável que seja apenas por 4 anos. O pior aconteceu nos primeiros meses em que assistimos a uma falta de qualidade gritante. 

No Reino Unido, Cameron mostra-se um líder forte, mas Jeremy Corbyn continua a ser contestado dentro do Partido Trabalhista sempre que tem uma derrota política. Em Portugal, o primeiro-ministro chegou ao cargo após ter perdido as eleições do ano passado. 

A história não recorda aqueles que perderam ou os que fazem mau trabalho. A situação portuguesa e da oposição britânica diferem do caso norte-americano. Será complicado para os norte-americanos serem governados por Clinton ou Trump. Nenhum apresentou até ao momento qualquer qualidade para ser Chefe de Estado, mas um deles vai chegar ao lugar mais alto da nação. 

Em Portugal o actual governo não deve durar muito e uma segunda derrota de Costa atira-o para fora do Partido Socialista, enquanto Corbyn não consegue ir às eleições gerais no Reino Unido em 2020. Neste caso, nem a saída de Cameron e a mudança de candidato a primeiro-ministro serão suficientes para o actual líder trabalhista vencer. 

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