terça-feira, 12 de abril de 2016

Obama falhou no Médio-Oriente

O presidente Barack Obama admite que a situação na Líbia e na Síria não correram bem para os Estados Unidos. A estratégia norte-americana nos dois países não foi a melhor porque ignoraram o aumento do terrorismo naquela zona. 

A Primavera Árabe teve como consequência o surgimento de grupos terroristas que se opuseram aos regimes locais, mas também ao mundo Ocidental. Na Líbia existem praticamente dois países porque também há dois parlamentos no território. 

Os Estados Unidos não se deveriam ter metido nos dois países numa altura em que há pouco para fazer. Ou seja, a entrada dos norte-americanos aconteceu para tentar salvar o país, mas sem a liderança dos regimes. Os EUA não foram responsáveis pela queda de Gaddaffi nem a tentativa de acabar com Bashar al-Assad, por isso não podem estar a reclamar novos protagonistas para aquela zona nem se meter nos problemas internos, à semelhança do que aconteceu com o Iraque. Ora, os EUA estão com pé e meio no problema, não sabendo que atitude tomar, já que, o problema do terrorismo também está relacionado com as opções norte-americanas. 

A administração norte-americana tem de procurar fazer entendimentos com o Irão, além de exigir mais responsabilidades aos sauditas, que são os principais financiadores dos terroristas que circulam naquela zona. 

Num espaço de dez anos três grandes países do Médio-Oriente ficaram divididos e transformaram-se num viveiro de terroristas. 

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