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terça-feira, 29 de março de 2016

Não estamos seguros

As últimas situações ocorridas na Europa, mas não só, envolvendo problemas ligados à segurança das pessoas, mostra que existem falhas na segurança, em vários locais do mundo. Os ataques terroristas em Bruxelas revelam fragilidades nos aeroportos. O ataque ao Capitólio nunca deveria ocorrer, já que, existem perímetros de segurança naquela zona. 

Ora, não pode haver desleixo no que toca à segurança das pessoas, seja em que situação for. Sou favorável ao reforço securitário, mesmo que implique perda de liberdades. Melhor. Nunca se perde a liberdade quando se ganha mais segurança. Por exemplo, a presença de mais polícias na rua nunca pode ser analisada do ponto de vista negativo porque a função das autoridades policiais passa por estarem na rua a protegerem as pessoas, pelo que, não percebo o alarido nas alturas em que os aparatos são mais visíveis. 

Neste momento, é muito fácil causar pânico e terror em qualquer sítio. Como se vê, os aeroportos, aviões, locais públicos e mesmo os edifícios públicos norte-americanos são permeáveis. Iremos continuar a assistir a este tipo de situações se as autoridades continuarem a ignorar o problema da segurança.

Os defensores das liberdades e garantias deveriam pensar em primeiro lugar no bem-estar das pessoas e do espaço público. 

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