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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Barack Obama aperta Putin



As relações entre os Estados Unidos e a Rússia estão cada vez mais complicadas. Nem o  provável entendimento para derrubar o Estado Islâmico na Síria fará com que as duas potências voltem a apertar as mãos. Talvez com a saída de Barack Obama da Casa Branca poderá haver uma inversão dos acontecimentos, mas apenas se os republicanos venceram as eleições gerais. A vitória de Hillary Clinton deixará tudo na mesma, já que, Hillary Clinton tem posições mais duras do que o actual Chefe de Estado norte-americano. 

As notícias dão conta que a Rússia planeia atacar a Estónia, Letónia e Lituânia devido à presença de várias comunidades russas naqueles países. A NATO e os EUA continuam atentos ao processo porque, ao contrário do que acontece com a Ucrânia, os três países fazem parte da aliança atlântica. Ou seja, qualquer intervenção para defender é legítima. 

Não acredito que haja mais movimentações no leste da Europa por parte de Moscovo. No entanto, a distância entre Rússia e Estados Unidos prejudica o equilíbrio de forças no mundo. A situação militar, política e humanitária causada pela guerra na Síria poderia ser melhor resolvida caso as duas potências não estivessem de costas voltadas. Neste ponto critico o presidente norte-americano por ter protegido demasiado o regime de Kiev, que também chegou ao poder através de um golpe de Estado. Barack Obama deveria ter dado um sinal de compreensão, à semelhança do que aconteceu com Angela Merkel e François Hollande. 

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