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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Hollande e Merkel pedem legitimidade à Europa



A intervenção da Rússia na Síria é um motivo suficiente para a Europa se unir. A crise de refugiados resultante da guerra no país de Bashar al-Assad dividiu os países da União Europeia em vários blocos. Os do Norte, do leste, do centro e dos balcãs. 

Os desentendimentos verificados durante o ano mostram que os governos não se encontram juntos no mesmo caminho. O espaço schengen tem sido constantemente colocado em causa por causa dos ataques ao jornal Charlie Hebdo e da crise de refugiados. A crise na Grécia só foi resolvida após inúmeras reuniões. 

Entretanto, também surgiram as posições de direita do governo Cameron, que foram reforçadas após a maioria absoluta conquistada em Maio. 

A União Europeia só consegue ter influência se falar a uma só voz. Nos últimos anos, Angela Merkel tem sido o rosto que tapa as lideranças das instituições, como aconteceu com Durão Barroso; bem como os restantes responsáveis políticos. No entanto, as recentes posições da França acalmaram Berlim. François Hollande conseguiu que se ajudasse a Grécia na recente crise financeira. Sem a intervenção de Paris, talvez Atenas já estivesse fora da zona euro criando um pânico de proporções que ninguém saberia calcular. 

O problema dos refugiados necessita de ser resolvido na fonte. Ou seja, encontrar uma solução política para a questão na Síria. 

A crise na Síria só se resolve com intervenção política, mas para isso acontecer é necessário força e autoridade. O que não há. No entanto, Merkel e Hollande precisam de pedir legitimidade à restante Europa para adoptarem uma solução conjunta que acabe com a guerra naquele país porque os Estados Unidos não conseguem chegar a Damasco nem a Moscovo. 

Os únicos interlocutores que estão mandatados para convencer Vladimir Putin são Hollande e Merkel, que também estiveram reunidos com o presidente russo na crise ucraniana. 

1 comentário:

rui disse...

NÃO HÁ TEMPO A PERDER: os 'globalization-lovers' que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa!
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Nazismo não é o ser 'alto e louro', bla bla bla,... mas sim... a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!
Existem 'globalization-lovers'... e existem 'globalization-lovers' nazis (estes buscam pretextos para negar o Direito à Sobrevivência das Identidades Autóctones).
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P.S.
Todos diferentes, todos iguais!...
Isto é: TODAS as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta!...
{nota: Inclusive as de 'baixo rendimento demográfico'!... Inclusive as economicamente pouco rentáveis!...}
Obs:
- Uma NAÇÃO é uma comunidade duma mesma matriz racial onde existe partilha laços de sangue, com um património etno-cultural comum.
- Uma PÁTRIA é a realização de uma Nação num espaço.
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P.S.2.
Devemos estar preparados para a CONVERSA DO COSTUME dos nazis made-in-USA [nota: estes nazis provocaram holocaustos massivos em Identidades Autóctones]: «a sobrevivência de Identidades Autóctones provoca danos à economia…»
[Nota: é preciso dizer não ao nazismo democrático e sim ao separatismo, isto é: é preciso dizer NÃO àqueles que pretendem determinar/negar democraticamente o Direito à Sobrevivência de outros]
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P.S.3.
http://separatismo--50--50.blogspot.com/
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Anexo:
A propósito do problema demográfico:
- já há mais de dez anos (comecei nos fóruns clix e sapo) que venho divulgando algo que, embora seja politicamente incorrecto, é, no entanto, óbvio: promover a Monoparentalidade - sem 'beliscar' a Parentalidade Tradicional (e vice-versa) - é EVOLUÇÃO NATURAL DAS SOCIEDADES TRADICIONALMENTE MONOGÂMICAS...
{ver blogs http://tabusexo.blogspot.com/ e http://existeestedireito.blogspot.pt/}

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