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sábado, 24 de outubro de 2015

Figuras da Semana

Por Cima

Joe Biden -  O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou que não se vai candidatar às eleições norte-americanas de 2016. O responsável terminou com especulações veiculadas pela comunicação social. A atitude de Joe Biden foi a mais correcta porque não criou divisões no seio do Partido Democrata, nem deixou Barack Obama numa situação complicada, numa altura em que o actual Presidente já deixou claro que vai apoiar Hillary Clinton. Biden teve sentido de Estado, além de ter colocado os interesses do partido à frente das ambições pessoais, já que, tinha possibilidade de fazer frente a Hillary Clinton. Não se candidatou porque isso iria obrigar Barack Obama a tomar uma decisão relativamente ao resto do mandato, sendo que ainda falta um ano e meio para o fim do trabalho.

No Meio

Partido Comunista Chinês - A estrutura do partido proibiu os militantes de jogarem golfe, após o surgimento de notícias que davam conta de utilização de dinheiros públicos na prática desportiva, além de servir para alguns presidentes de Câmara se divertirem em pleno horário de trabalho. O PCC esteve bem nesta atitude, mas ainda tem de ir mais além no combate à corrupção. A promessa foi feita pelo presidente Xi Jinping

Em Baixo

António Costa - O líder socialista só dá maus exemplos, apesar das jogadas políticas lhe permitirem sonhar com a conquista do poder. As acções de Costa são autênticos passos para tomar o poder que não conseguiu obter pelos votos. Não está em causa a legitimidade constitucional nem democrática da opção tomada. O problema está no princípio. A irresponsabilidade chegou ao ponto de apresentar uma moção de rejeição ao programa do governo como forma de protesto pela decisão do Presidente da República, não tendo nenhum argumento porque ainda não sabe as políticas do programa que vai ser apresentado pela direita. Costa mostra satisfação pelo que está a acontecer. Na noite das eleições o sorriso era bem evidente. No entanto, o único que se vai queimar por estar  a fazer o jogo do PCP e BE é o secretário-geral porque os outros dois partidos não terão nenhuma revolta interna pelas posições que sempre assumiram. Costa vai ter duas derrotas. A primeira será imposta pelo Presidente da República, já que, deixa Passos Coelho em gestão e a segunda deverá ocorrer no próximo Congresso quando a oposição interna atacar em força. 

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