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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Competição tecnológica

A União Europeia tem tido um comportamento positivo no combate à competitividade tecnológica no espaço europeu, estabelecendo regras importantes para as empresas norte-americanas. 
Nos últimos anos as companhias aproveitaram o vazio jurídico para criarem as próprias regras e ganharem com o aparecimento de novidades que entusiasmaram os consumidores europeus, já que, em termos tecnológicos, os norte-americanos sempre estiveram à frente, na parte de produção, mas também na utilização. Neste capítulo a União Europeia continua atrasada relativamente aos Estados Unidos. Ou seja, dificilmente na Europa será criado um lugar como Silicon Valley. 

As empresas europeias começam a perceber a importância da tecnologia. Não é por acaso que surgem imensas start-ups na área. No entanto, os instrumentos norte-americanos ainda são a primeira escolha dos europeus. 

O combate não deve ser feito de forma negativa. Isto é, a UE tem de incluir as companhias tecnológicas norte-americanas e não expulsá-las, como aconteceu em Espanha. O mais acertado seria desenvolver um esforço conjunto para fazer face à concorrência asiática. Na minha opinião, nenhum governo ou mesmo a UE irão criar algum gigante tecnológico, porque isso não está nas prioridades governativas, nem sequer em termos orçamentais. Neste momento existe pouca vontade política para a UE seguir o rumo do desenvolvimento tecnológico porque as empresas norte-americanas já se instalaram e conquistaram o público europeu. 

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