quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Taxistas a favor da violência

Fotografia: Olhar Direito

A contestação dos taxistas em relação à forma de trabalhar da Uber não tem razão de ser. O sector não gosta de concorrência, nem se adequa às novas realidades. Os protestos e algumas agressões contra membros da plataforma electrónica já se tinham verificado quando apareceram os Tuks-Tuks. As empresas de táxis, em particular os trabalhadores, têm de aceitar o aparecimento de novas formas de competição e não recorrer à violência quando outros lhes roubam clientela. A melhor forma de conquistarem mais receitas passa por fazer reformas, no número da frota e nos preços que praticam. Os preços praticados são inaceitáveis e existem automóveis a mais em Lisboa. 

Na minha opinião é uma vergonha o líder da ANTRAL apelar à violência contra a Uber ou qualquer outro concorrente para manter o domínio na capital. Qualquer dia combate os autocarros e o metro por serem meios de transporte mais baratos e acessíveis do que os taxis. 

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