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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O funcionamento da democracia


O governo da Nova Zelândia escolheu quatro modelos para a futura bandeira do país que serão submetidos a referendo até final do ano. A população vai votar através de um boletim que vai chegar a casa por correio. 

Na minha opinião a iniciativa governamental aproxima os cidadãos dos eleitos. Neste caso, estamos perante uma forma da democracia funcionar. O instituto do referendo não é perfeito, mas é o único que permite às pessoas participarem nas grandes questões nacionais. Penso que os países deveriam adoptar o mesmo comportamento que o executivo de Wellington. Na Europa não existe a prática de recorrer ao referendo. As questões europeias, como se viu na Grécia, necessitam maior escrutínio nacional. No entanto, os governos preferem viabilizar as propostas através do parlamento. 

No nosso país as autarquias também deveriam ter mais poder para referendar algumas questões, como a introdução de impostos, viabilização de orçamentos, agendamento de festividades no município. 

A ideia do governo neo-zelandês é excelente já que a actual bandeira é muito parecida com a da vizinha Austrália. Penso que este passo é uma forma de cortar definitivamente com Sua Majestade, a Rainha de Inglaterra. 

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