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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Números que mudam o voto

Durante a campanha eleitoral têm surgido números que agradam à coligação e outros aos partidos da oposição. No último mês o Instituto Nacional de Estatística revelou os números do desemprego face ao mesmo período do ano passado, do crescimento económico, da dívida pública, entre outros. O mais recente foi a divulgação do défice, mas por causa do problema relacionado com o Novo Banco. 

O dia das eleições está mais perto e os partidos jogam tudo consoante os números da economia que podem fazer pender a balança para um lado ou para o outro. Ou seja, estando previsto um empate técnico e com cerca de 29% de indecisos, é natural que os números positivos e negativos tenham influência. 

Nota-se que os partidos agarram-se às novidades como se fosse a última cartada decisiva para conquistar o eleitorado, o que mostra desconfiança em relação aos programas eleitorais que desenharam. Um bom indicador da importância das estatísticas são as sondagens diárias que são reveladas pelos principais canais de televisão. 

Tenho a certeza que o voto varia consoante os resultados que chegam ao conhecimento das pessoas. Apesar de tudo, nenhuma das candidaturas a primeiro-ministro pode reclamar vitória sobre os números da economia. Há resultados para todos os gostos, mas mais do que isso, as interpretações que se fazem não favorecem as condições para Pedro Passos Coelho ou António Costa conquistarem a desejada maioria absoluta.  


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