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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Novo rombo

O aumento do défice do ano passado para 7,2% por causa do Novo Banco é um buraco que nenhum português quer suportar. Não se trata de culpar o governo A ou B porque quem for eleito tem um problema gigante para resolver. Nesta altura existe também a preocupação em torno da venda da instituição. Nota-se que ninguém quer num projecto que morre a cada dia que passa. O futuro primeiro-ministro tem dois gigantes problemas para se ocupar até final do ano. Duvido que o banco seja vendido e não cause mais constrangimentos aos contribuintes. 

A solução encontrada pelo governo e Banco de Portugal para fazer face à crise do Banco Espírito Santo não foi a melhor. Com mais ou menos euro, estamos a pagar as gestões ruinosas. 

Durante a campanha os principais partidos têm de explicar como vão lidar com a situação. Não será sensato o governo fugir às suas responsabilidades e o Partido Socialista atirar as culpas para cima do executivo porque necessitam de apresentar uma proposta antes da chamada às urnas. 

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