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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Ventos favoráveis

Os números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística relativamente ao desemprego e ao crescimento da economia são bons indicadores para o executivo. Podíamos dizer que se trata de dar esperança aos portugueses, mas a queda abrupta do desemprego e o crescimento de 1,5% da economia resultam de algumas reformas feitas pelo governo ao longo dos quatro anos da legislatura. No fundo, Passos Coelho acabou com empregos no Estado e procurou que fossem as empresas a ter essa iniciativa. A política de privatizações é um sinal disto mesmo. 

O mais interessante é o facto do Primeiro-ministro ter acertado nas previsões que foi fazendo ao longo do tempo, nomeadamente em 2013 quando estávamos no meio da crise e Passos Coelho mostrava esperança. Nesse dia todos chamavam-lhe louco ou mentiroso. 

A maioria tem um bom trunfo para fazer face aos argumentos da oposição em vez de colocar cartazes sem qualquer tipo de sentido. Espero que a campanha eleitoral seja feita com base nos números positivos e negativos do que meter barbaridades. É verdade que os cartazes relatavam situações com base nos números oficiais, mas os responsáveis têm de dar a cara ao defender as políticas do que recorrer a banco de imagens. 


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