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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Hillary Clinton à portuguesa

A candidatura de Maria de Belém à presidência da República é uma maneira de imitar a opção tomada por Hillary Clinton nos Estados Unidos. A socialista prefere dividir o seu partido a esperar mais quatro anos para avançar. No entanto, o efeito Hillary tem contagiado muitas mulheres que se querem afirmar na política doméstica. 

Penso que a socialista não tem a mínima hipótese, não só por ser mulher mas porque o seu avanço cria um problema ao líder do partido, que vai optar por não apoiar ninguém devido ao anterior compromisso com António Sampaio da Nóvoa. Numa altura em que o PS deveria estar unido para vencer as legislativas, surge um factor para criar instabilidade. Nos Estados Unidos Hillary tem o apoio de todo o Partido Democrata, mas também de Barack Obama. Mesmo os candidatos do seu partido à Casa Branca sabem que é impossível vencer a sua notoriedade e competência.


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