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quarta-feira, 8 de julho de 2015

O poder dos republicanos

O Partido Republicano joga o seu futuro nas próximas eleições norte-americanas. O controlo do Congresso oferece esperança aos 16 candidatos que já estão em campanha eleitoral. Numa altura em que se deseja um fim de ciclo democrata na Casa Branca, tudo é feito para conquistar votos. A campanha eleitoral não vai ser fácil porque dificilmente será marcada pelas mensagens políticas. O excesso de candidatos torna o discurso mais violento e pessoal. No entanto, o perfil e importância de muitos concorrentes é um factor de esperança para os amantes da ideologia. Ao contrário do que aconteceu em 2008 e 2012, existem bons valores do lado republicano. 

Os republicanos vão estar mais ocupados com a luta interna do que propriamente em fazer face a Hillary Clinton. A antiga primeira-dama, como não tem adversários de peso, pretende provocar a confusão no seio do Partido Republicano. A opção faz sentido porque fragiliza quem for nomeado no Verão. 

Neste momento os republicanos têm tudo para vencerem as eleições, mas algumas escolhas podem vir a tornarem-se erradas. Percebo a intenção e vontade de experimentar uma campanha eleitoral. No entanto, o partido necessita de três nomes fortes que concorram entre si para se perceber as verdadeiras diferenças. Neste cenário isso vai ser complicado de acontecer. 

Nesta altura os candidatos fragilizam Hillary Clinton e o Congresso impede um fim de mandato glorioso para Barack Obama. Ou seja, o poder material está do lado dos republicanos não obstante a posição privilegiada que os democratas se encontram nos próximos dois anos. Tanto Barack Obama e Hillary Clinton não são fáceis de deitar abaixo porque oferecem resistência. 

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