segunda-feira, 18 de maio de 2015

Chamem o BOPE

As imagens de violência que se registaram em Guimarães e no Marquês de Pombal antes e após o jogo que determinou a conquista do 34º título para o Benfica deram origem a um corropio de opiniões a favor e contra as forças da autoridade. Como é normal uns posicionam-se a favor da polícia, outros são contra o uso de força excessiva. Nos Estados Unidos esta questão também está na ordem do dia, embora com contornos mais problemáticos porque envolve mortes de pessoas. Em Portugal só de vez em quando temos este prós e contras sobre o trabalho efectuado pelas forças de autoridade. 

As críticas contra a polícia são exageradas, mesmo que seja inaceitável determinadas situações. Não se pode querer que um agente da autoridade não utilize os poderes que tem quando é atacado. Seja por uma garrafa de vidro ou uma cuspidela. A primeira situação verificou-se no Marquês de Pombal e a segunda foi o motivo para um jovem ter assistido à detenção do pai e do avô. Sempre que acontece uma situação destas coloca-se sempre em causa o trabalho que deve ser o de qualquer polícia: Zelar pela segurança das pessoas e também pela sua integridade física. 

Tenho pena que as autoridades em Portugal sejam pouco activas, isto é, quando se encontram nestas situações preferem manter uma postura defensiva. 

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