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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Marcelo e Santana

A corrida para as presidenciais já começou embora estejamos num ano marcado pelas eleições legislativas. Neste momento são as candidaturas do PSD que mexem mais porque há dois galos para um poleiro.Ou seja, há duas pessoas que estão à espera do apoio formal do partido para avançar. Santana e Marcelo são os mais falados, mas ainda há Rui Rio. Os dois primeiros dizem que avançam sozinhos mesmo sem o suporte partidário. Duvido que assim seja. Isto não passa de uma ameaça e forma de condicionar o aparelho partidário. No entanto, há outro problema. Caso os laranjas percam as legislativas quem será o responsável pela decisão de apoiar o candidato presidencial. Em 2016 não vai ser possível imitar o que se fez com Cavaco porque, nem Marcelo nem Santana têm o peso do actual Chefe de Estado. 

A questão presidencial para o PSD tem sido melindrosa porque os dois potenciais candidatos não recolhem a simpatia política de Passos Coelho nem da maioria do PSD, não obstante a popularidade do professor. Marcelo Rebelo de Sousa deveria avançar com uma candidatura nacional e travar os potenciais independentes. A hora de verdade chegou e o comentador não pode estar à espera de palmadinhas nas costas. 

No lado socialista a questão é saber quando António Guterres vai avançar porque ninguém acredita nas notícias que dão conta de uma desistência. 

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