quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Ideologia presente

Em Portugal quando estamos em período eleitoral as pessoas queixam-se da falta de proposta políticas ou debate sobre temas essenciais. Que prevalece o soundbyte em vez daquilo que é importante. É verdade que a comunicação social também alimenta este aspecto, mas a culpa é de quem tem a responsabilidade de dar a conhecer o seu programa político. 

O início do ano marca o arranque das legislativas britânicas. Na democracia mais perfeita do mundo os partidos fazem questão de vincar as suas diferenças ideológicas, mas em termos de programa. Como é tradicional os partidos de poder são o trabalhista e o conservador. O primeiro é de esquerda, enquanto o segundo passa para a direita. Nos temas que vão ser discutidos nos próximos meses, como é o caso da economia, imigração, saúde e Europa, é notória esta divisão. De facto, o debate público não é rico senão tiver estes alimentos. No que diz respeito ao serviço nacional de saúde nota-se uma diferença entre o partido que está no poder e a oposição. Em matéria de segurança veremos qual será o papel dos Liberais-Democratas que não aceitam as medidas anunciadas por David Cameron. Por seu lado, a imigração é o grande trunfo do UKIP e a Europa pode ser um motivo de união entre conservadores e o partido liderado por Nigel Farage. 

Os temas referidos é um bom sinal para acompanhar as eleições britânicas porque a própria união entre os países europeus está em causa se for realizado um referendo sobre a manutenção do Reino Unido nas instituições europeias. 

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