Afinal,
na política, entre partidos do Governo e partidos da Oposição é
possível a existência de entendimentos. E até, surpreendentemente, são
mais fáceis do que querem fazer crer, apesar das dificuldades sentidas
nas negociações para a reforma do IRS.
Depende, obviamente, é dos "interesses" subjacentes aos entendimentos: "PS confirma que vai aprovar reposição das subvenções vitalícias".
Afinal, Francisco
Assis tinha razão quando afirmou, ontem ao Observador, que, em caso do
PS ganhar as eleições em 2015 e não obter a maioria absoluta, o parceiro
ideal de coligação é o PSD. Nem CDS, nem à esquerda (as novas plataformas e movimentos) ou à esquerda-esquerda (BE e PCP).
Há ainda uma outra nota: quanto custará ao PS esta tomada de posição (internamente e em termos de impacto eleitoral)?
Afinal, para além de Passos Coelho, parece que António Costa também se está a lixar para as eleições. Parece...


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