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terça-feira, 18 de novembro de 2014

De novo: "Por acaso..."

reduzida Foto Fátima Araújo (cores)_JPG.jpgA jornalista da RTP, Fátima Araújo, vai promover três apresentações consecutivas do seu recente livro "Por acaso...".
Dia 21 de novembro, pelas 21.00 horas, na FNAC do GaiaShopping, em Vila Nova de Gaia.
Dia 22 de novembro, pelas 18.00 horas, na Biblioteca Municipal de S. João da Madeira.
E o regresso, de novo à FNAC, desta vez em Santa Catarina, Porto, no dia 23 de novembro, pelas 17.00 horas.
Três oportunidades para não perder um excelente momento para tomar consciência da temática do impacto da Paralisia Cerebral no indivíduo e na sociedade.
Tal como no Livro "Por acaso...", as apresentações que a jornalista e autora tem vindo a fazer desta sua excelente obra são espaços públicos de consciencialização (não fosse ela jornalista), do exercício pleno de cidadania, de um agitar a sociedade (e cada um de nós) para a consciencialização da realidade da Paralisia Cerebral e a forma como a sociedade (e todos nós) acolhe, ou não, as pessoas com deficiência.
Num país repleto de preconceitos em relação às pessoas com deficiência, Fátima Araújo, com este seu trabalho, pretende desmistificar a forma como nos relacionamos com esta realidade e com as pessoas com deficiência.
O livro "Por acaso..." resulta de um trabalho jornalístico, vertido em livro, dando-lhe uma outra dimensão e impacto que o espaço e tempo jornalístico muitas vezes não tem, relatando a experiência pessoal e a experiência de vida de cinco jovens com paralisia cerebral que não baixaram os braços, não viram costas à vida, não se deixam condicionar pela sua realidade.
Mas há mais...
se qualquer um de nós está à espera de assistir a uma enfadonha e tradicional apresentação de um livro, desengane-se.
se qualquer um de nós está à espera de ouvir falar de uma realidade, bem presente na sociedade, de forma ficcionada, como em tantas obras que hoje, infelizmente, se publicam “a torto e a direito”, desengane-se.
se qualquer um de nós está à espera de ficar indiferente a este “Por acaso…” e à forma como a Fátima Araújo nos expõe o livro, incomode-se, inquiete-se, desassossegue-se.
Nada é ‘Por Acaso’.

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