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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Taco a taco


Entramos na última semana de campanha da segunda volta das presidenciais brasileiras e as sondagens revelam que Dilma e Aécio estão empatados, sendo previsível que a eleição no Domingo seja uma das mais renhidas de sempre. Ou não. Nestas coisas das sondagens o número final acaba por ser diferente. Veja-se que durante semanas Marina Silva tinha a eleição garantida. No entanto, os dois actuais candidatos estão têm estado muito perto desde que decorreu a primeira volta do escrutínio. 

Tal como acontece em Portugal, no Brasil os debates têm sido pouco esclarecedores e a única coisa que passa cá para fora são os ataques pessoais. Isso não é sinal da fraca qualidade dos concorrentes porque tanto Dilma como Aécio são políticos qualificados que têm servido da melhor maneira a administração pública brasileira. 

Na agenda mediática continua o caso Petrobras com Dilma e o seu partido a serem acusados de favorecimentos e tráfico de influências. Com isso pode muito Aécio Neves que tem mantido uma excelente postura ao longo de toda a campanha. 

Neste primeiro dia da última semana de campanha regista-se o debate, as sondagens e uma reviravolta surpreendente. Os principais líderes da Igreja Evangélica tornaram público o apoio ao social-democrata. Em 2010 as mesmas figuras ajudaram Dilma na obtenção da vitória. Após a socialista Marina Silva ter dito que iria votar em Aécio, eis mais um importante suporte para aquele que tem sido uma revelação em todo o processo eleitoral brasileiro. 

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