terça-feira, 19 de agosto de 2014

É aconselhável o seu uso, mas sem excessos


A utilização do Facebook é hoje em dia uma necessidade quase diária, para não dizer instantânea, tendo chegado ao ponto de ser mais importante do que o próprio telemóvel. Este aparelho era há uns anos material indispensável para qualquer pessoa. Não há dúvidas que a rede social conseguiu substituir o telemóvel, até porque pelo "face" podemos mandar mensagens grátis e a quem bem entendermos, mesmo que essa pessoa não estava na nossa lista de contactos. Por outro lado, a margem de alcance do facebook é muito maior do que o e-mail e o celular. 

Ninguém admite, mas já é impossível viver sem facebook. Ninguém consegue. E não vale a pena dizer que o seu uso não é importante porque estaria a dar uma grande mentira. Outra coisa é ser-se viciado na utilização da rede social. Entendo que falar de vício é exagerado, mesmo quando se coloca fotografias por tudo e por nada. A rede social não é uma droga ou um escape para não se socializar, mas se repararmos bem o objectivo das redes é criar um maior número de contactos e possibilidades de fazer relações. Não é por acaso que as empresas estão todas no facebook, twitter, linkedin e que, em grande maior parte das ocasiões, estas promovem os seus eventos, precisamente nas redes, realidade que no passado não era possível e os eventos só eram conhecidas por poucas pessoas. 

Entendo que o facebook veio retirar tempo à leitura, quer de livros quer de jornais, bem como provocar alguma insegurança cibernética, mas isso pode ser resolvido porque as redes sociais também têm regras. 

Acho que a utilização do facebook trouxe vantagens, sobretudo a quem deseja promover o seu trabalho, e na parte em que permite a localização de eventos, onde aí sim poderemos estar com pessoas reais. O grande factor positivo do aparecimento das redes sociais foi a possibilidade de gerir um negócio através da criação de uma página.

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