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terça-feira, 5 de agosto de 2014

As pessoas tóxicas

Tal como acontece com os Bancos, as pessoas também têm os seus activos tóxicos, isto é, más qualidades que lhes fazem parecer pessoas sem qualquer tipo de sentido. Neste caso, não é possível fazer uma divisão entre o lado bom e o mau da pessoa, fazendo com que o mundo seja perfeito. Não é isso que se pretende. No entanto, as pessoas más deveriam ser punidas mais severamente. Não só criminalmente, mas também socialmente. O problema é que não há nenhum indicador que estabeleça se uma pessoa é boa ou má. Depende de vários critérios, mas estes não estão regulamentados em nenhuma lei porque fazem parte da convivência em sociedade. 

A distinção não se faz só entre bons e maus, mas entre inteligentes e burros. Normalmente os primeiros quando são visados pelas pessoas tóxicas conseguem sempre sair por cima porque as ditas pessoas más não costumam usar a cabeça para pensar. Devido a este factor vamos colocar este tipo de pessoas nos burros. O problema não está relacionado com o tentar fazer mal, mas na insistência com que muitas pessoas pretendem valer fazer o seu objectivo prejudicando constantemente o amigo do alheio. 

É óbvio que tanto os bons, maus, inteligentes e burros conseguem alcançar os seus objectivos, ainda que alguns o façam por via pouco ética, e por vezes, legal. 

A grande questão que se coloca nesta reflexão e que também está relacionado com o caso BES é saber se os responsáveis do Banco acharam que podiam fazer aquilo que lhes apetecesse porque ninguém iria descobrir e se nunca pensaram nas consequências. Normalmente é isso que vai na cabeça dos burros que são ao mesmo tempo, pessoas más. 

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