segunda-feira, 23 de junho de 2014

"La Roja" sai de cabeça "meio" erguida

A Espanha despediu-se deste mundial com uma vitória por 3-0 contra a Austrália. Nuestros hermanos rodaram alguns jogadores e o resultado foi um bom resultado contra os cangurus. O que se passa com a Roja é o mesmo em relação a Portugal. Será que com a introdução de novos elementos no onze, a equipa tinha ganho nos dois primeiros jogos? Tanto a Espanha como Portugal parecem amarrados a um esquema e a intérpretes que os levou ao sucesso. No entanto, a falta de renovação (não do sistemas, mas dos jogadores) levou a que os adversários aproveitassem as fragilidades, em particular a falta de velocidade. 

Agora a selecção espanhola tem obrigatoriamente de fazer alterações até porque Xabi Alonso, Iniesta, Xavi (nem jogou), Fabregas e Casillas fizeram a sua última grande competição. O grande problema é que não se percebe qual a razão de os trazer para uma prova cujo único objectivo é conquistar o título e não dar um prémio de carreira a quem tão bem representou no passado as cores nacionais.

Um cumprimento especial para Torres e David Villa porque fizeram mais golos que Diego Costa. 


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