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sábado, 19 de abril de 2014

Figuras da Semana VI

Embora estejamos na Páscoa, esta semana vamos continuar a atribuir os melhores e os piores.


Por Cima

Jorge Jesus -  Grande vitória sobre o FC Porto nas meias-finais da Taça de Portugal e apuramento para a segunda final consecutiva e amanhã será a confirmação do título, o segundo de Jesus desde que está no Benfica. Jesus volta às finais do ano passado (falta a Liga Europa) e pode acrescentar mais uma presença no jogo decisivo da Taça da Liga. Se no ano passado, o Benfica tudo o que podia ganhar, este ano o clube da Luz vai ganhar tudo o que perdeu a época transacta. Não será o Rio Ave nem o Olhanense que irão impedir Jesus de acabar aquilo que começou em 2012-13. No ano transacto, o Benfica justificou os títulos mas não os agarrou, este ano será diferente. O mérito é todo do treinador que não atirou a toalha ao chão nos momentos dificeis e soube corrigir os erros. Esta é a prova que o técnico encarnado não é tão "burro" ou "burgesso" como se pensa. É um dos melhores treinadores portugueses e os títulos ficam lhe bem.

No Meio

Militares e Assunção Esteves -  Na semana passada coloquei estas duas figuras no fundo. No entanto, esta semana tanto a Associação 25 de Abril como Assunção Esteves chegaram a uma solução: os militares vão festejar Abril para o Largo do Carmo e de onde nunca deveriam ter saído, enquanto que os políticos vão continuar a fazer os discursos de circunstância no parlamento, pois é para isso que foram eleitos. Esta polémica só serviu para encher as capas dos jornais mas foram os responsáveis que quiseram aparecer, isto muito devido à falta de educação com que isto foi discutido. No entanto, o diferendo também passou por uma fase de "afecto" e um "café". Também houve rosas.

Em Baixo

Ucrânia - A guerra civil na Ucrânia parece ser uma realidade. Por muitas reuniões e avisos que se façam agora não vai evitar o conflito. As soluções diplomáticas que agora se tentam encontrar já deveriam ter ocorrido, nomeadamente no mês de Fevereiro quando começou a luta armada contra o presidente Yanukovich. Aí, a UE e os EUA deveriam ter adoptado uma solução neutra e não ter ficado ao lado de Yartseniuk e seus camaradas, numa atitude que enervou a Rússia. 

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