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segunda-feira, 31 de março de 2014

Nem uma para amostra

Ao ouvir os discursos de António José Seguro ficou preocupado, porque podemos estar perante o próximo primeiro-ministro de Portugal. O tom é sempre o mesmo: criticar o governo e só fala das medidas de austeridade. As conferências "Um novo rumo para Portugal" só tem servido para o líder partidário captar a atenção dos media, fim-de-semana após fim-de-semana. Embora os temas variem, não se admite que Seguro só fale sempre do mesmo, ou então aquela parte do discurso já está preparado para ser transmitido pelas televisões. 
O que pretende Seguro com estas conferências? Dar visibilidade ao PS ou a si mesmo? A ideia até é boa mas torna-se inútil quando a principal mensagem é o mesmo de sempre. Seguro não tem ou não quer ter a capacidade para mudar. É natural que em vésperas de eleições haja tendência para o excesso de críticas, mas o que os portugueses é de políticos que tragam algo diferente, porque já todos estamos fartos da mesma "lengalenga". 

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