sábado, 29 de março de 2014

Figuras da Semana III


Por Cima  

Rolling Stones - O grupo esteve em vias de extinção por causa da morte de L´Wren Scott, namorada de Mick Jagger. Felizmente que as notícias sobre o fim dos Stones não eram verdade e que todos se mantêm de boa saúde. Esta banda ultrapassa gerações e idade, sexos, e culturas. No dia em que estes senhores deixarem de tocar a música mundial fica mais pobre, pelo que é de aproveitar o facto dos Rolling Stones virem ao Rock in Rio Lisboa 2014, naquela que será muito provavelmente a sua última aparição por Portugal. Como forma de não deixar a banda morrer, o ideal seria criar clones de Mick Jagger e companhia. 

No Meio: 

António José Seguro - Por incrível que pareça, o líder socialista não esteve muito mal esta semana, mas também ainda não conseguiu ser brilhante. A lista do PS às europeias é no geral boa. Tem alguns nomes pouco interessantes como Silva Pereira ou Carlos Zorrinho, mas algumas pessoas prometem fazer um bom trabalho em Bruxelas, como tem sido apanágio dos socialistas. A maior polémico foi a exclusão de Vital Moreira, cabeça-de-lista às europeias de 2009. O professor universitário perdeu com Rangel quando Sócrates ainda estava no poder, não por sua culpa mas pela qualidade demonstrada pelo actual número 1 da coligação Aliança Portugal. A maior crítica nesta lista é a razão de Francisco Assis ser o primeiro, mas isso já escrevi aqui esta semana. Acho que Seguro cedeu à tentação de fazer um favor ao ex-candidato socialista e mandou para Bruxelas alguém com peso no partido e que pode apoiar um candidato contra Seguro caso este não ganhe as europeias de forma clara. Nesse caso, a responsabilidade da derrota terá de ser repartida. 

Em Baixo : 

Barack Obama - O presidente norte-americano esteve mal esta semana porque decidiu excluir a Rússia do G-8. Moscovo é um importante aliado norte-americano e europeu, pelo que não se percebe esta aliança com o novo governo de Kiev. É certo e sabido que a Rússia tem algumas posições pouco claras, mas não deixa de ser um país que quer a estabilidade no mundo. Desde a crise na Crimeia que os EUA não têm feito outra coisa que não ostracizado Vladimir Putin. Neste momento, Obama conta com o apoio da maioria dos países europeus, como se viu naquela reunião secreta antes da cimeira nuclear. No entanto, no futuro as coisas podem muito bem não ser assim já que a Europa vai arrepender-se de ter dado a mão ao clã Yatseniuk. Um outro factor interno está relacionado com esta nota. O prazo para os cidadãos norte-americanos aderirem ao Obamacare termina na segunda-feira e apenas 6 milhões aceitaram o plano idealizado pelo presidente. Eu disse num texto que o número até era aceitável, mas os problemas em torno da implementação não se podem apagar.

1 comentário:

Pedra do Sertão disse...

Se você der uma olhadinha na situação do Brasil, a coisa não ficará boa de jeito nenhum!

Abraço do Pedra

www.pedradosertao.blogspot.com.br

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