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sábado, 15 de março de 2014

Figuras da Semana I

As figuras desta semana são:


Em cima:

Uli Hoesness - presidente do Bayern Munique: O dirigente do maior colosso alemão foi condenado a uma sentença de 3 anos por fuga aos impostos. Hoesness não usou o seu direito de recorrer e anunciou que vai cumprir a pena. Este caso é uma prova que a justiça alemã funciona e que quem prevarica aceita com toda  a normalidade a sanção que lhe é imposta, mesmo tendo direito a recorrer da decisão. O mais impressionante é o exemplo que Hoesness dá a todos, em particular a muitas pessoas cá do burgo. Pagar impostos não devia ser objecto de fuga mas um cumprimento de um dever. No entanto, em Portugal quem foge aos impostos tem direito a tudo e mais alguma, ainda por cima são aqueles que têm mais rendimentos os principais prevaricadores. Passos Coelho disse recentemente que em Portugal só 40% das pessoas é que pagam impostos. Ora, vamos meter os restantes 60% na prisão?

No Meio

Cavaco Silva - O Presidente da República voltou a meter a foice em seara alheia. Os comentários em relação à forma como Portugal deve sair do programa de ajustamento devem ser evitados, até porque isso é matéria exclusiva do Governo e não para ser partilhada com o PR. Quem conhece os dossiers é o executivo e Cavaco tem apenas um conhecimento privilegiado das negociações com a troika. É nestas alturas que Cavaco não consegue despir o fato de primeiro-ministro. 

Por Baixo

Movimento Basta - Podia fazer uma referência negativa ao Sporting mas também ao seu presidente, Bruno de Carvalho, mas prefiro criticar o nascimento e a oportunidade do "movimento basta", alegadamente um movimento defensor das posições do Sporting e que amanhã vai fazer um comício no Estádio de Alvalade antes do clássico. Penso que é uma excelente forma de fazer pressão para quem vai apitar o jogo, contudo o clube leonino está a outra vez a tentar desculpar as suas más exibições com as arbitragens. Para bem do Sporting é melhor o clube não ganhar já o campeonato este ano. A criação do Movimento roça o ridículo e faz temer o pior.

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