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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Olhar a Semana - manifestações virtuais

Os 10 anos do Facebook foram tema de conversa nestes dias. Muito se abordou a questão da privacidade ou falta dela, mas a verdade é que só se mostra quem quer. No entanto, o mais interessante que se disse sobre a utilização da rede social tem a ver com onda que se cria após um acontecimento de relevo.

Normalmente é a imprensa que tem o papel de informar e para isso é que servem as televisões, os sites e os jornais. O problema é que o facebook acabou com a novidade que se pretende atingir aquando um acontecimento imporante. As recentes mortes de Nelson Mandela, Eusébio e Seymour Hoffman são um bom exemplo de como o papel das redes sociais (em particular o facebook) são mais importantes do que a própria imprensa na divulgação da notícia, até porque todos estão ligados à rede 24h por dia através do telemóvel. 

Não acho que isto seja perigoso, até considero que se trata de uma forma de manifestação que eu apelido de "manifestações virtuais". Cada um cria o seu próprio slogan e cartaz fazendo a propaganda que bem entender e o sucesso ou insucesso da mensagem verifica-se com o número de likes e comentários. 

Não é pelo facto de muitas pessoas se relacionarem no facebook que o deixam de fazer na cara. A rede social não torna as pessoas dependentes, ao contrário do que se quer tentar impor. Na minha opinião é uma forma de aproximação e conhecimento e também distracção do trabalho. 

O mais engraçado é a forma como qualquer um de nós já pode fazer a sua própria notícia no Facebook...

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